São Paulo – A Polícia Militar Ambiental autuouem R$ 12 mil, nessa sexta-feira (29/9), um sitiante de Rosana, no interior de São Paulo, por maus-tratos a animais. Em sua propriedade, foram encontrados uma leitoa morta, além de uma cadela e um porco em situação de extremo abandono.
O flagrante foi feito no Assentamento Gleba XV de Novembro, após denúncia sobre maus-tratos a uma cachorra. Ao chegar ao local, os policiais encontraram a cadela doente, amarrada a uma árvore, sem alimentação e água. O animal, muito magro, ainda tinha uma lesão no dorso que estava tomada por “bicheira” (doença de pele).
Durante a vistoria no sítio, foi constatada uma situação grave no chiqueiro de porcos: havia uma leitoa morta, já em estado de decomposição, tomada por moscas e larvas. Em um compartimento ao lado, um porco foi encontrado muito magro, com respiração ofegante e pernas cambaleantes.
A Vigilância Sanitária Municipal foi chamada e uma médica veterinária verificou que o porco estava caquético, anorexo, com dispneia e hipotonia muscular.
O sitiante multado, um homem de 63 anos, alegou que a cachorra vivia amarrada pois já tinha matado sete carneiros. Sobre o porco muito doente, o homem alegou que vinha fornecendo ração diariamente, mas ele não apresentava melhoras. O animal não passou por acompanhamento médico.

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Segundo a polícia, a cachorra foi levada a uma clínica veterinária, onde recebeu atendimento emergencial e permanece internada para tratamento. Quando estiver recuperada, será encaminhada a uma ONG de proteção a animais.
Já o porco foi mantido com seu proprietário, pois não foi possível realizar uma doação imediata do animal, o que pode acontecer nos próximos dias, segundo a Polícia Ambiental.
O sitiante multado, um homem de 63 anos, alegou que a cachorra vivia amarrada pois já tinha matado sete carneiros. Sobre o porco muito doente, o homem alegou que vinha fornecendo ração diariamente, mas ele não apresentava melhoras. O animal não passou por acompanhamento médico.
A respeito da leitoa morta, ele informou que o animal passou mal após engolir sacolas plásticas, morrendo dias depois. Segundo a polícia, o sitiante responderá criminalmente pelos atos.
