Chefe da PGR, Augusto Aras tem participado das conversas políticas em Brasília sobre o risco de uma tentativa de golpe por parte de Jair Bolsonaro e seus apoiadores em outubro.
Além de mobilizar o MPF para mapear potenciais atos violentos no 7 de setembro — espécie de “antessala do golpe” para bolsonaristas radicais empenhados em atacar o TSE e o sistema eleitoral –, o chefe da PGR tem dado recados claros a interlocutores.
O órgão não mergulhará na aventura bolsonarista de questionar a urna eletrônica e o resultado das eleições. “Não aceitaremos aqui a alegação de fraude. Quem ganhar a eleição vai tomar posse sem turbulência”, tem dito nessas conversas.