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Casa de homem-bomba responsável por tentativa de a...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 17/11/2024 às 14:02 · Atualizado há 3 dias

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Quatro dias após a tentativa de atentado ao Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília, a casa do homem que detonou explosivos e morreu no local, Francisco Wanderley Luiz, foi incendiada na manhã deste domingo, 17. A residência fica no município de Rio do Sul, em Santa Catarina, onde o homem-bomba foi candidato a vereador pelo PL nas eleições municipais de 2020, mas não se elegeu.

Bombeiros ainda estão na residência, cujo as chamas já foram controladas. As investigações serão conduzidas pelas polícias Civil e Federal. De acordo com as primeiras informações, a ex-mulher de Francisco, Daiane Dias é a principal suspeita de ter ateado fogo no imóvel. Ela foi levada para um hospital da cidade com queimaduras de terceiro grau pelo corpo, após ser resgatada por vizinhos.

Incêndio no imóvel de Francisco Wanderley Luiz, em Santa Catarina: investigação será conduzida pelas polícias Civil e Federal
Incêndio no imóvel de Francisco Wanderley Luiz, em Santa Catarina: investigação será conduzida pelas polícias Civil e Federal (Reprodução/VEJA)

Responsáveis pelas duas explosões, num intervalo de 20 segundos, que ocorreram no início da noite da última quarta-feira, 13, perto do STF, Francisco Wanderley Luiz, conhecido como “Tiu França”, quando tentou promover o atentado na Praça dos Três Poderes. Primeiro ocorreu a explosão de seu carro, por volta das 19h30, deixado no estacionamento que fica entre o prédio do Supremo e o Anexo IV da Câmara dos Deputados. Na sequência, ele tentou entrar no prédio do STF, jogou um explosivo embaixo da marquise do edifício, mostrou que tinha artefatos junto ao corpo, deitou-se no chão e acionou o explosivo.

Os investigadores trabalham com as hipóteses de ação terrorista e de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito por parte do homem-bomba que se matou diante do tribunal. Familiares de Francisco Wanderley Luiz já foram ouvidos e relataram que ele estava em Brasília também no início do ano passado, quando simpatizantes de Bolsonaro tentaram levar adiante um golpe de Estado, e que tinha a intenção de assassinar Alexandre de Moraes.



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