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Casa Branca: Trump e assessores discutem opções para adquirir Groenlândia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua equipe estão discutindo opções para a aquisição da Groenlândia, disse a Casa Branca nesta terça-feira (6).

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2026 às 19:01 · Atualizado há 1 dia
Casa Branca: Trump e assessores discutem opções para adquirir Groenlândia
Foto: Reprodução / Arquivo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua equipe estão discutindo opções para a aquisição da Groenlândia, disse a Casa Branca nesta terça-feira (6).

De toda forma, o governo dos EUA não descartou a utilização das forças militares para esse objetivo, destacando que isso é "sempre uma opção".

O presidente Trump deixou bem claro que a aquisição da Groenlândia é uma prioridade de segurança nacional dos Estados Unidos e é vital para dissuadir nossos adversários na região do Ártico

— disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em um comunicado à CNN.

O presidente e sua equipe estão discutindo uma série de opções para alcançar esse importante objetivo de política externa e, é claro, utilizar as Forças Armadas dos EUA é sempre uma opção à disposição do Comandante-em-Chefe

— adicionou.

a Groenlândia deve fazer parte dos Estados Unidos

— Na segunda-feira (5), Stephen Miller, assessor sênior da Casa Branca, disse a Jake Tapper, da CNN, que .

ninguém vai lutar militarmente contra os Estados Unidos pelo futuro

— Ele chegou a rejeitar a utilização de força militar, mas usando o argumento de que da ilha.

Trump defende que a Groenlândia, um território dinamarquês autônomo, se torne parte dos Estados Unidos.

A posição estratégica da ilha ártica entre a Europa e a América do Norte a torna um local fundamental para o sistema de defesa antimíssil balístico dos EUA, enquanto sua riqueza mineral também atrai interesse, já que os EUA esperam reduzir sua dependência das exportações chinesas.

A Groenlândia, antiga colônia dinamarquesa, tem o direito de declarar independência segundo um acordo de 2009, mas depende fortemente de subsídios dinamarqueses.

A Dinamarca tem procurado melhorar as relações tensas com a Groenlândia ao longo do último ano, ao mesmo tempo que tenta amenizar as tensões com o governo Trump, investindo na defesa do Ártico.

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