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Câmara pede adiamento da 1ª parcela do IPTU 2026 e volta do desconto de 20% em Campo Grand

A Câmara Municipal de Campo Grande entregou, nesta terça-feira (6), um documento à prefeitura pedindo o adiamento do vencimento da primeira parcela do IPTU 2...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2026 às 15:11 · Atualizado há 17 horas
Câmara pede adiamento da 1ª parcela do IPTU 2026 e volta do desconto de 20% em Campo Grand
Foto: Reprodução / Arquivo

A Câmara Municipal de Campo Grande entregou, nesta terça-feira (6), um documento à prefeitura pedindo o adiamento do vencimento da primeira parcela do IPTU 2026 e o restabelecimento do desconto de 20% para pagamento à vista.

O pedido foi feito após reclamações de contribuintes sobre aumentos que chegaram a 200% e 300% e pela falta de debate prévio sobre as mudanças.

Consulta de débitos do IPTU em Campo Grande. — Foto: TV Morena/Reprodução

A Câmara Municipal de Campo Grande entregou, nesta terça-feira (6), um documento à prefeitura pedindo o adiamento do vencimento da primeira parcela do IPTU 2026 e o restabelecimento do desconto de 20% para pagamento à vista.

O pedido foi feito após reclamações de contribuintes sobre aumentos que chegaram a 200% e 300% e pela falta de debate prévio sobre as mudanças. Agora, a decisão está nas mãos da prefeita.

O documento foi elaborado pela Comissão Especial criada para apurar possíveis ilegalidades no aumento do IPTU, presidida pelo vereador Rafael Tavares do Partido Liberal (PL).

Segundo os vereadores, o aumento do imposto e o fim do desconto não passaram pela Câmara e pegaram a população de surpresa, em um ano marcado por dificuldades econômicas e problemas nos serviços públicos.

O que a comissão pede à prefeitura no ofício entregue ao Executivo, são três medidas principais:

A Câmara pede que o vencimento da primeira parcela e do pagamento à vista do IPTU 2026 seja prorrogado para 30 de janeiro de 2026.

O objetivo é dar mais tempo para que os contribuintes analisem os carnês e contestem eventuais erros, sem risco de multas ou juros.

Os vereadores defendem o restabelecimento do desconto de 20% para pagamento à vista, suspenso neste ano.

A prefeitura avalia a medida, mas afirma que, se o desconto voltar, o município pode deixar de arrecadar cerca de R$ 45 milhões, valor usado para custear a coleta de lixo, que custa aproximadamente R$ 130 milhões por ano.

O documento também pede mudanças urgentes na Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), como:

A comissão se reuniu por cerca de três horas com representantes da prefeitura, incluindo a área de finanças. Segundo apuração da TV Morena, nenhuma decisão final foi tomada, e todas as propostas agora estão sendo avaliadas pela prefeita.

Nos bastidores, o que a bancada da prefeitura estima algumas alterações no calendário. Sendo elas:

Se não houver recuo por parte da prefeitura, os vereadores afirmam que podem adotar medidas para barrar a cobrança, como a apresentação de um projeto de lei complementar ou a edição de um decreto legislativo.

Uma sessão extraordinária, prevista inicialmente para o dia 12, segue como possibilidade e depende do resultado das negociações.

Segundo Rafael Tavares, há consenso entre os vereadores contra o aumento do IPTU e contra o fim do desconto.

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