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Bares e restaurantes pedem a Lula volta do horário de verão para movimentar economia

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 23/09/2023 às 19:56 · Atualizado há 3 dias
Bares e restaurantes pedem a Lula volta do horário de verão para movimentar economia
Foto: Reprodução / Arquivo

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) enviou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nessa sexta-feira (22), uma carta para pedir o retorno do horário de verão, suspenso por decreto desde 2019.

O documento, segundo o g1, também foi enviado ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, e ao ministro do Turismo, Celso Sabino. 

A associação defende que o horário de verão gera impactos positivo no faturamento dos bares e restaurantes do País, com alta estimada em até 15%.

Além disso, a entidade alega que o retorno da medida movimentaria a economia, principalmente no que diz respeito ao comércio e o turismo, uma vez que os turistas poderiam “aproveitar melhor os destinos”.

Proporcionaria mais tempo de luz natural durante os dias, o que favorece o consumo e a frequência de clientes nos estabelecimentos, além de trazer mais movimento e segurança às cidades de modo geral

— disse o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci.

Nesta semana, ainda conforme o g1, o Ministério de Minas e Energia afirmou que não é necessário retomar o horário de verão neste ano. Isso porque os reservatórios e a oferta de fontes renováveis são suficientes para garantir o fornecimento de energia para o País. 

HORÁRIO DE VERÃO

O horário de verão foi instituído na década de 1930, durante o governo de Getúlio Vargas. Contudo, só passou a ser adotado com frequência a partir da década de 80. 

Ele foi criado para que a população aproveitasse a iluminação natural durante o verão, quando os dias são mais longos que as noites, e, dessa forma, houvesse economia de energia e redução do risco de apagão nacional.

A medida foi suspensa em 2019, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sob a justificativa de que adiantar os relógios em uma hora não faria mais sentido diante das mudanças no padrão de consumo de energia elétrica e de avanços tecnológicos na área.

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