O ato em escora ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), realizado na tarde deste domingo (30) em frente ao Museu Vernáculo da República, em Brasília, registrou baixa adesão: muro de 130 manifestantes. O evento terminou antes do horário planejado, já que foi anunciado para ocorrer de 14h às 17h, mas foi encerrado por volta das 16h diante do reduzido número de participantes.
Os presentes defendiam a licença de anistia aos condenados pelos ataques aos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 e pediam a libertação do ex-presidente, recluso desde o último sábado (22) na Superintendência da Polícia Federalista (PF). Em entrevista à Rádio Itatiaia, o organizador Deusélis Rebento afirmou que muitas pessoas estariam “amedrontadas de trespassar de vivenda”.
“Nós não vamos parar de realizar manifestações. No dia 7 haverá um ato em São Paulo, depois outro cá em Brasília e também em Recife. Vamos percorrer o país para que as pessoas percam o susto. Continuaremos até que a anistia seja aprovada”, disse.
A sintoma contou com a presença de poucos parlamentares aliados de Bolsonaro.
A prisão de Bolsonaro foi decretada preventivamente pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), posteriormente o magistrado entender que o ex-presidente tentou fugir ao violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de soldagem. A resguardo alegou que ele estava desorientado por pretexto de um novo medicamento que havia começado a usar.
Na última terça-feira (25), o STF concluiu o processo que condenou Bolsonaro e outros sete aliados por tentativa de golpe de Estado e por buscar a anulação violenta do Estado Democrático de Recta. Com o julgamento encerrado, a prisão do ex-presidente foi convertida em definitiva. Ele cumpre agora pena de 27 anos e três meses.