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Personalidades brasileiras demonstram solidariedade após anúncio de câncer

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 30/04/2024 às 12:15 · Atualizado há 3 dias

O ex-presidente do Uruguai, José Alberto Mujica, 88 anos, mais publicado uma vez que Pepe Mujica, anunciou, na última segunda-feira (29), que está com um tumor no esôfago. Segundo ele, a doença foi identificada em um checkup de rotina e é de difícil tratamento.

“É duplamente multíplice no meu caso porque sofro há mais de 20 anos de uma doença imunológica que afeta, entre outras coisas, os rins, o que cria dificuldades óbvias para quimioterapia ou técnicas cirúrgicas”, disse o ex-presidente.

“Quero transmitir às meninas e aos meninos que a vida é bela, mas se desgasta. A questão é reiniciar cada vez que desabar e, se houver raiva, transformá-la em esperança. Ninguém é salvo sozinho”, ressaltou.

Posteriormente o pregão, diversas personalidades e lideranças políticas brasileiras se manifestaram em esteio ao ex-presidente uruguaio, considerado uma das maiores lideranças progressistas da América Latina.

Lula: solidariedade ao ‘irmão’ Mujica

Pepe Mujica andando em seu Fusca ao lado do presidente Lula (Ricardo Stuckert/Divulgação)

Através das redes sociais, o presidente Luiz Inacio Lula da Silva (PT) manifestou esteio ao ex-presidente uruguaio.

O deputado federalista e pré-candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), também se manifestou, em seu perfil no X. “É um gigante que já enfrentou duras batalhas na luta por justiça social. Eu não tenho dúvidas de que vencerá mais essa. Força, Pepe! Estamos cá desejando pronta recuperação, companheiro!”, escreveu.

Outro a provar solidariedade foi Marcelo Freixo, atual presidente da Embratur: “Libido muita força e paixão para enfrentar mais essa guerra que se inicia, agora contra um tumor”.

Atual ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT) desejou “pronta recuperação” ao ex-presidente do Uruguai, a quem chamou de “grande líder”.

Pepe Mujica

Mujica foi presidente do Uruguai entre 2010 e 2015, quando passou o missão para Tabaré Vázquez, seu correligionário. Posteriormente a presidência, ele foi eleito duas vezes para o Senado, mas deixou o missão definitivamente em 2020, por conta da pandemia de covid-19.

O ex-presidente integrou o Movimento de Libertação Vernáculo-Tupamaros, atuando em operações de guerrilha contra a ditadura que governava o país. Por sua atuação uma vez que guerrilheiro, foi retido diversas vezes e torturado. Ao todo, ele passou quase 15 anos da sua vida na prisão.

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