Fundamentado nos comportamentos contemporâneos entre casais, podemos qualificar os relacionamentos em três tipos:
PARA SEMPRE: É o relacionamento dos nossos avós e bisavós, em que o par permanecia junto sem estar prevista nenhuma forma de separação, porque seguiam literalmente “até que a morte nos separe”.
O varão permanecia na sua força masculina e a mulher na feminina. Não importa o que acontecesse, permaneceriam juntos. A família sempre em primeiro lugar. Tudo era feito juntos. A mulher na sua função feminina de cuidar, nutrir, asilar e o varão na sua função de protetor e provedor;
DESPERTAR: É a labareda da química por alguém que te traz de volta à vida. O que você precisava depois de uma desilusão amorosa, de uma perda, uma tristeza ou mesmo por ter ficado muito tempo sem se relacionar com ninguém. Um relacionamento somente fundamentado na atração mútua.
PROPÓSITO: É onde a maioria das pessoas estava ou está. É definido por um ou mais propósitos. Não costumamos pensar desta forma até que alguém nos questiona: “O que você aprendeu com seu relacionamento pretérito?” Esta consciência nos conforta, pois ao invés de nos concentrar nos porquês de não ter oferecido claro, buscamos o tirocínio, o desenvolvimento, o motivo. Pode ter sido por ter filhos, para aprender a amar ou a se amar. A valorizar ou se valorizar. Com leste questionamento muitos paradigmas cairão e serão substituídos por uma transparência maior do que realmente foi o relacionamento. Muitas vezes a teoria de que “Não deu claro” pode ser mudada para a forma positiva e clara de ver que “Valeu a pena ter vivido o que vivi”.
O problema é querer mudar o curso oriundo da relação. Querer, que o despertar dure por muito tempo. Ou que o propósito, que já perdeu o seu objetivo, seu sentido, seja para sempre.
Não confunda duração com relevância. É importante saber que momentos difíceis e conflitos existem nos relacionamentos e que o par precisa administrá-los de uma forma saudável para que cresçam e permaneçam próximos, se assim o quiserem.
O bom é quando vale a pena estar juntos, porque se não tiver que ser para sempre, que seja infinito enquanto dure.
A partir de hoje e todas as semanas estarei nesta pilar do ICL notícias para dividir com vocês o que tenho aprendido ao longo das minhas formações sobre estes temas essencias e desafiadores em nossas vidas
Grande amplexo,