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Novo estudo mostra movimento das placas tectônicas em 1,8 bilhão de anos

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 24/09/2024 às 05:00 · Atualizado há 6 horas
Novo estudo mostra movimento das placas tectônicas em 1,8 bilhão de anos
Foto: Reprodução / Arquivo

Um novo estudo publicado na revista Geoscience Frontiers reconstruiu a história geológica da Terra, mostrando os movimentos das placas tectônicas que moldaram a superfície do planeta ao longo de 1,8 bilhão de anos.

A pesquisa fez uma simulação dos movimentos tectônicos ao longo do tempo e condensou tudo em um vídeo de cerca de 2 minutos. Para isso, foram usados dados de modelos antigos e novas informações geofísicas, que ajudaram a fornecer uma imagem detalhada das mudanças tectônicas do planeta.

No vídeo, é possível ver o nascimento e a separação de supercontinentes, como Nuna, Rodínia e Pangeia – eventos que moldaram a configuração atual da Terra.

Veja o vídeos abaixo:

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=_LJG68AmZxI[/embed]

Teoria das placas tectônicas

A teoria das placas tectônicas explica o movimento dos grandes blocos no planeta, responsáveis por formar os continentes e oceanos ao longo de milhões de anos. O movimento das placas é gerado por forças como correntes internas do manto e o peso gravitacional. Essa movimentação ocorre em uma velocidade parecida com o crescimento da unha humana.

O estudo mapeou o período no qual foram formados e fragmentados três supercontinentes: Nuna, que se formou há cerca de 2,1 bilhões de anos; Rodínia, que se desfez por volta de 900 milhões de anos atrás; e Pangeia, o mais recente, cuja separação começou há aproximadamente 200 milhões de anos.

As placas tectônicas tem um importante papel na formação geográfica do planeta (Foto: Divulgação/IBGE)

Na pesquisa, para realizar a reconstrução, os cientistas utilizaram recursos como os vestígios de campos magnéticos preservados em rochas ricas em ferro. A datação radiométrica de rochas ígneas e metamórficas, juto aos vestígios, possibilitaram determinar a posição dos continentes.

Informações de erupções vulcânicas e formação de cadeias montanhosas também ajudaram a mapear o movimento das placas e reconstruir os eventos.

Essas placas estão ligadas a eventos devastadores que aconteceram na Terra, como os terremotos e erupções vulcânicas.

 

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