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Moraes reforça que advogados não podem ser intermediários de investigados por golpe

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 16/02/2024 às 14:13 · Atualizado há 20 horas

O ministro do STF Alexandre de Moraes durante solenidade de posse do novo presidente do Supremo Tribunal Federalista (STF), ministro Dias Toffoli

Por Karla Gamba

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), divulgou nesta sexta-feira (16/2) uma novidade decisão na qual reforça a proibição de contato entre os investigados pela tentativa de golpe de Estado, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em resposta ao Juízo Federalista da Ordem dos Advogados do Brasil, Moraes reforça, no entanto, que a proibição não restringe o manobra profissional da advocacia.

A decisão partiu de uma provocação feita pela OAB, que pediu que a proibição de contato não fosse estendida aos advogados. Alexandre de Moraes rebateu:

“Diversamente do alegado pelo Juízo Federalista da OAB, em momento qualquer houve proibição de informação entre advogados ou qualquer restrição ao manobra da precípuo e imprescindível atividade da advocacia para a consecução efetiva do devido processo legítimo e da ampla resguardo”, escreveu o ministro em sua decisão.

O magistrado ressalta ainda que a medida cautelar que impediu a informação entre os investigados é necessária para resguardar o processo, além de evitar a combinação de versões e influência indevida de testemunhas.

“Em momento qualquer houve qualquer vedação de informação entre os advogados e seus clientes ou entre os diversos advogados dos investigados, não restando, portanto, qualquer ferimento as prerrogativas da advocacia”, conclui Moraes, mantendo os termos do que havia determinado na última semana.

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