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Lula no The Washington Post: Democracia brasileira prevaleceu, e emergiu mais forte

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/01/2024 às 09:42 · Atualizado há 1 dia

O jornal americano The Washington Post publicou, nesta segunda-feira (8), um cláusula do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tratando da tentativa de golpe à democracia que ocorreu no Brasil há exatamente 1 ano. Na publicação, Lula ressaltou que, pretérito o dia em que o Estado brasílio foi posto à prova, a democracia no país prevaleceu e emergiu mais possante.

Porquê lembra o presidente no texto, a tentativa de golpe foi o cume de um longo processo promovido por líderes políticos extremistas para descredibilizar a democracia em obséquio próprio.

“Reconhecido internacionalmente por sua integridade, o sistema eleitoral brasílio foi questionado por aqueles que foram eleitos usando o mesmo sistema. Sem provas, eles culparam as urnas eletrônicas, assim uma vez que os negacionistas das eleições nos Estados Unidos culparam o voto impresso. O objetivo desses falsos argumentos era desqualificar a democracia para a perpetuação de um poder de forma autocrática”, afirmou Lula.

Sobre a devastação em Brasília, Lula expôs que os extremistas invadiram as sedes oficiais dos Poderes da República, impulsionados por mentiras e desinformação. Janelas e objetos históricos foram quebrados, assim uma vez que peças de arte. E tudo foi transmitido na Internet.

O presidente afirma no cláusula que os atos lembraram a invasão no Capitólio norteamericano, em 6 de janeiro de 2021. Na ocasião, o ex-presidente Donald Trump havia perdido as eleições e, tal qual no Brasil, extremistas invadiram as instalações de congressistas e promoveram devastação.

“Desde o meu retorno à Presidência, depois de 12 anos, a unidade do país e reconstrução de políticas públicas exitosas têm sido objetivos da minha governo. Um governo que melhora vidas é a melhor resposta aos extremistas que atacaram a democracia”, afirmou.

Erosão da democracia

Também no texto, Lula faz uma estudo de uma vez que têm surgido essas tentativas de erosionar as democracias. Segundo o presidente, esse é um fenômeno que tem sido “exarcerbado” pelo trajo de que as fontes de notícias das pessoas e interações sociais são mediadas por aplicativos digitais desenhados para o lucro, e não para a simultaneidade democrática.

“O padrão de negócios Big Tech, que prioriza engajamento e procura por atenção, promove teor inflamatório e fortalece discursos extremistas, favorecendo forças antidemocráticas que operam em redes coordenadas internacionalmente”, disse.

O presidente brasílio acrescentou que é ainda mais preocupante que a lucidez sintético possa promover a discriminação, ocasionando desemprego e atacando direitos.

“Fortalecer a democracia depende da habilidade dos Estados de não só confrontar desigualdades estruturais e promover o bem-estar da população, uma vez que também confrontar os fatores que abastecem a violência extremista.”

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