Os Estados Unidos são o país que mais têm bem Israel depois dos ataques do Hamas. O país já mandou 2 porta-aviões à região: o USS Gerald R. Ford e o USS Dwight D. Einsenhower. O envio das embarcações pode ser interpretado uma vez que um sinal para que Irã e o Hezbollah, que apoiam o grupo extremista palestino, fiquem de fora.
A ida de Biden a Israel foi anunciada na 2ª feira (16.out) pelo secretário de Estado do país, Antony Blinken. Segundo ele, o presidente norte-americano chega “em um momento crítico para Israel, para a região e para o mundo”.
De entendimento com Blinken, o objetivo de Biden é:
- reafirmar a solidariedade dos EUA a Israel’;
- deixar evidente que Israel tem o recta e o obrigação de proteger sua população do Hamas, de “terroristas” e se prevenir de futuros ataques;
- ouvir de Israel o que é preciso para proteger sua população;
- deixar clara a seguinte mensagem caso qualquer Estado ou organização paraestatal queira entrar na guerra: “Não entre”.
A viagem de Biden ocorre em um momento de tensão, depois que o hospital de Al-Ahli, na Tira de Gaza, foi bombardeado na 3ª feira (17.out). O ataque deixou,, segundo o Ministério da Saúde palestino controlado pelo Hamas–, ao menos 500 mortos.
Israel, Hamas e Jihad Islâmica têm se culpado mutuamente pela autoria do ataque com foguete ao hospital. Os EUA evitam tomar partido entre as diversas versões.
Depois de deixar Israel, o presidente norte-americano deveria se encontrar com líderes árabes em Amã, na Jordânia, para discutir a escalada da guerra entre Israel e o grupo extremista Hamas. No entanto, a reunião foi cancelada.
A cúpula deveria descrever com a presença do rei jordaniano Abdullah 2º, do presidente palestino Mahmoud Abbas e do presidente egípcio Abdel Fattah El Sisi. Segundo um solene da Lar Branca, a decisão de cancelar a reunião foi feita em generalidade entendimento entre os líderes.
Entenda a guerra no Oriente Médio:
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