Por Nara Lacerda – Brasil de Veste
O Parecer de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma proposta que pede pausa humanitária nos bombardeios israelenses na Fita de Gaza e retomada de serviços essenciais no território. No documento, a comunidade internacional também demanda a liberação imediata de reféns sequestrados pelo Hamas. O texto foi endossado por 12 nações. Estados Unidos, Reino Uno e Rússia se abstiveram.
De concordância com a sucursal de notícias internacionais, o Ministério das Relações Exteriores de Israel emitiu um expedido rejeitando a solução da ONU.
O mensageiro de Israel na organização, Gilad Erdan, afirmou que o texto é “desconectado da veras” e os ataques continuarão “até que o Hamas seja destruído e os reféns sejam libertados.”
O QUE DIZ A RESOLUÇÃO
Além do cessar-fogo humanitário e da liberação dos reféns, o documento cita os efeitos “desproporcionais” do confronto para as crianças palestinas e pede corredores humanitários para a ingresso de ajuda em Gaza.
A solução define que crianças doentes ou feridas devem ser retiradas da região e é preciso implementar esforços para procura e resgate de pessoas desaparecidas e ofídio cumprimento das leis internacionais de “todas as partes do conflito”.
Ainda de concordância com o texto, as partes envolvidas na guerra não podem privar a população do território palestino de serviços básicos. Itens essenciais porquê comida, chuva, insumos médicos, eletricidade e combustível devem ser garantidos para a população que está no território.
BRASIL APOIA RESOLUÇÃO
Em seu site, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou o seguinte texto:
O governo brasílico recebe, com satisfação, a notícia da aprovação pelo Parecer de Segurança da ONU, na tarde de hoje, da primeira solução relativa à atual crise humanitária e de reféns na Fita de Gaza, resultante do conflito entre Israel e o Hamas. A solução, com foco na proteção de crianças, proposta por Mamparra e apoiada pelo Brasil e pelos demais membros não-permanentes (E-10), foi aprovada com 12 votos em prol. Estados Unidos, Reino Uno e Rússia optaram pela continência.
A solução pede a implementação de “pausas e corredores humanitários urgentes e prolongados em toda a Fita de Gaza por um número suficiente de dias”, para que ajuda humanitária de emergência possa ser prestada à população social por agências especializadas da ONU, pela Cruz Vermelha Internacional e por outras agências humanitárias imparciais.
A solução pede também a “libertação imediata e incondicional de todos os reféns” mantidos pelo Hamas e por outros grupos, rejeita o deslocamento forçado de populações civis e demanda a normalização do fluxo de bens e serviços essenciais para Gaza, com prioridade para chuva, eletricidade, combustíveis, vitualhas e suprimentos médicos.
Exige ainda que as partes cumpram suas obrigações em material de recta internacional e do recta internacional humanitário, em próprio no que se refere a civis e crianças.
O Brasil participou das articulações no E-10 e apoiou a solução.
A solução aprovada prevê também que o Parecer continue a ocupar-se do conflito.