O inverno de 2024, que começa no dia 21 de junho às 17h51 para a maior segmento do território brasílico, não deve ter extremos de indiferente ou calor. A tendência é de mais dias com temperaturas mais elevadas que o normal, mas ainda assim períodos de indiferente ao longo da estação.
O período será de temperaturas supra da média, com destaque mormente para o final da estação, entre agosto e a primeira quinzena de setembro. Nesse período, o país pode ter, inclusive, novas ondas de calor.
O El Niño, que aquece as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial e influência o clima em todo o país, se encerrou. Agora, posteriormente o termo da sua atuação, estamos na chamada período neutra, em que as águas do Oceano Pacífico não estão sob influência de nenhum fenômeno. O El Niño, no entanto, ainda deve ter influência percebida por algumas semanas, até aproximadamente junho.
Há uma expectativa entre os metereologistas de que haja a instalação da La Niña, quando há o resfriamento da tira Equatorial Médio e Meio-Leste do Oceano Pacífico. No Brasil, esse fenômeno costuma provocar: Aumento de chuvas no Setentrião e no Nordeste; Tempo sedento no Meio-Sul, com chuvas mais irregulares; Tendência de tempo mais sedento no Sul;
Requisito mais favorável para a ingresso de massas de ar indiferente no Brasil, gerando maior variação térmica.
Durante esse termo do outono, é esperada uma redução na frequência de bloqueios atmosféricos (uma vez que o que atua sobre o Brasil desde 22 abril), e uma transição para padrões climáticos mais típicos da estação.
Inverno

Rio Grande do Sul, Santa Catarina e segmento do Paraná devem receber uma maior quantidade de massas de ar indiferente no início do inverno (Dependência Brasil)
De concordância com a previsão do Inmet, junho será um mês quente, mormente na segmento médio do país, onde essa volume de ar sedento e quente continuará a atuar até o dia 17. A La Niña, no entanto, propicia a chegada de mais massas de ar indiferente ao centro-sul do continente americano, afetando países uma vez que Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e áreas do centro-sul do Brasil
O Rio Grande do Sul, Santa Catarina e segmento do Paraná devem receber uma maior quantidade de massas de ar indiferente no início do inverno, enquanto poucas dessas massas avançarão para o interno do Brasil.