Dois militares foram punidos pelo Tropa brasílico, posteriormente a epílogo de procedimentos para investigar eventuais desvios nas condutas de oficiais durante os atos golpistas de 8 de janeiro. A informação foi dada pela CNN Brasil.
As punições foram três dias de prisão para um solene, e uma aviso para o outro. Os dois eram integrantes do Batalhão da Guarda Presidencial no Palácio do Planalto.
Posteriormente os ataques golpistas de 8 de janeiro, segundo o Tropa, foram abertos quatro Inquéritos Policiais Militares (IPM) e quatro processos administrativos (sindicâncias) para apurar a participação de oficiais, com eventuais crimes ou desvios de conduta.
As investigações internas foram abertas em março do ano pretérito a pedido do comandante do Tropa, general Tomás Paiva.
O Núcleo de Notícia Social do Tropa informou que não houve indícios de delito nos casos investigados pela sindicância, “mas transgressões disciplinares na conduta e procedimentos adotados durante a ação no Palácio do Planalto, que posteriormente apuradas ensejaram duas punições disciplinares aos militares envolvidos”, disse em nota.
A identidade dos militares punidos não foi divulgada.
Julgamento no STF
No contexto social, mais de 30 pessoas foram condenadas em menos de um ano pelo Supremo Tribunal Federalista. Em entrevista recente, o ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo caso no STF, ressaltou a valia das punições aos envolvidos no ataque de 8 de janeiro, incluindo políticos.
“Foi um erro muito grande das autoridades deixar, durante o ano pretérito, aquelas pessoas permanecerem na frente dos quartéis. Isso é delito e agora não há mais incerteza disso…Não há limite. Todos aqueles que tiverem a responsabilidade comprovada, posteriormente o devido processo lícito, serão responsabilizados”, enfatizou.
Moraes revelou, ainda, um projecto de golpistas para enforcá-lo durante os atos de 8 de janeiro.
Com informações do Quotidiano do Núcleo do Mundo