A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) foi eleita, pelo sistema Confecon/Conrecons, a “Mulher Economista de 2023”. O sistema reúne o Parecer Federalista de Economia e os conselhos regionais da categoria.
Atualmente, Dilma ocupa o função de presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, sabido uma vez que Banco dos Brics, com sede na China. O nome da ex-presidente foi escolhido pelos conselheiros da instituição e legalizado em uma votação secreta.
O proclamação de Dilma Rousseff uma vez que “Mulher Economista de 2023” ocorreu durante a 729ª Plenária Ordinária do Cofecon. Segundo o Parecer, Dilma foi escolhida por “sua significativa taxa para o desenvolvimento econômico e social do país ao longo de sua curso”.
A premiação, segundo o Parecer Federalista de Economia, “marca não unicamente a celebração do valor da economista, mas também destaca a valia de reconhecer e valorizar as mulheres que desempenham papéis relevantes na promoção do desenvolvimento com responsabilidade social”.
A eleição se deu em quatro fases. Inicialmente, uma lista de indicados foi formada pelos conselheiros federais, conselhos regionais de Economia e Percentagem Mulher Economista e Variedade da entidade. Depois, em lista secreta, o Plenário do Cofecon formou lista décupla, da qual os Corecons formaram lista tríplice por meio de seus plenários. Em votação secreta, Dilma saiu vencedora entre os três nomes mais votados.
A entrega da premiação à ex-presidente ocorrerá unicamente em 2024, com a posse da novidade diretoria do Confecon. O evento ainda não tem data definida. Entre as ganhadoras anteriores do prêmio estão as economistas Tania Bacelar, Esther Dweck e Denise Lobato Gentil.