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Desmatamento cai pela metade na Amazônia e sobe 43% no Cerrado

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2024 às 05:00 · Atualizado há 4 dias

Dados divulgados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Paralisar), do Instituto Vernáculo de Pesquisas Espaciais (Inpe), revelam que os alertas de desmatamento na extensão da Amazônia Legítimo reduziram pela metade no primeiro ano de procuração do presidente Lula. É o melhor índice desde 2018.

No Compacto, no entanto, houve a maior subida da série histórica do Paralisar no bioma, com um aumento de 43% em 2023. Os índices, divulgados ontem, levam em conta o período totalidade de janeiro a dezembro.

AMAZÔNIA

Em 2022, a extensão com alertas de desmatamento na Amazônia Legítimo era de 10.278 km², um recorde da série histórica. No ano pretérito, foi reduzida para 5.152 km², com dados divulgados até 29 de dezembro de 2023.

Com 59% do território brasílio, a Amazônia Legítimo engloba áreas do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e uma secção do Maranhão.

Entre os estados, o Pará foi o com mais desmate em 2023, com 1.903 km². Mato Grosso veio na sequência, com 1.408 km², e Amazonas com 894 km². Os três também são os líderes da série histórica.

CERRADO

Com recorde na série histórica do Paralisar, o Compacto, segundo maior bioma do país, registrou 7.828 km² de extensão com alertas de desmatamento em 2023. A região em registrando subida no desmate desde 2020.

Por estado, o Maranhão teve a maior extensão de vegetação nativa suprimida (1.765 km²), seguido por Bahia (1.727 km²), Tocantins (1.604 km²) e Piauí (824 km²).

Em novembro, o Inpe divulgou o balanço do projeto Prodes Compacto, que apontou um aumento de 3% no desmatamento em 2023. Entre agosto de 2022 e julho de 2023, o bioma perdeu 11.011 km² de vegetação nativa.

Com informações do G1

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