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De onde parte a ofensiva contra o STF nas redes sociais?

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 25/11/2023 às 10:21 · Atualizado há 5 horas
De onde parte a ofensiva contra o STF nas redes sociais?
Foto: Reprodução / Arquivo

A morte de uma pessoa presa pelos ataques golpistas de 8 de janeiro mobilizou a base bolsonarista novamente contra o STF, arrefecendo o engajamento com outros temas – uma vez que por exemplo, o conflito no Oriente Médio até portanto usado politicamente pelo campo da oposição para brigar o governo federalista. A hashtag #JustiçaPorCleriston se destacou, com o nome de Cleriston sendo citado em 22% das menções ao STF no dia 20/11. O níveo principal dos ataques ao Supremo foi Alexandre de Moraes, citado em 44% das menções neste mesmo período.

No universal, o ímpeto contra o STF se mantém restrito à portais de oposição e atores ligados ao bolsonarismo. Entre os termos mais identificados nas bios dos usuários estão DEUS, PATRIOTA, CONSERVADOR, FAMÍLIA, BOLSONARO, LIBERDADE e BOLSONARISTA.

Termos mais utilizados pelos usuários para se descrever no X (Twitter)

A ofensiva bolsonarista contra o STF seguiu uma vez que tarifa no dia 21/11, quando além da morte de envolvido nos atos golpistas de 8/janeiro, passou a abordar a “PEC do STF”. Nesse cenário, Moraes seguiu sendo o mais citado (36% das menções), enquanto “limita” foi citado em 8% e PEC em 15%. O mesmo movimento se repetiu em plataformas uma vez que Instagram e Facebook, onde as 20+ publicações em volume de interações sobre o tema partiram de atores bolsonaristas. Abordagens uma vez que “guião do governo Lula” e “término da ditadura do Supremo” são citadas pelos usuários bolsonaristas ao citarem a PEC.

Já no dia 22/11, o atrito entre bolsonaristas e o STF atingiu também o governo federalista e sua base no Senado, mas em menor volume nas redes sociais. Em destaque estiveram atores bolsonaristas atacaram diretamente Gilmar Mendes, Barroso e Alexandre de Moraes. No X (Twitter), as 50+ publicações em volume de interações partiram do bolsonarismo. No Instagram, das 50+, somente quatro publicações partiram da prelo, enquanto o restante foi produzido por bolsonaristas.

De maneira universal, é inegável que o tema tenha registrado um pico de menções durante a última semana. No entanto, é importante estarmos atentos para o indumentária de que essa ofensiva segmento nas redes sociais quase que exclusivamente de atores bolsonaristas. Não há até cá nenhum sinal de que o engajamento com o tema tenha extrapolado leste ajuntamento nas redes sociais que, nos últimos dias, utilizou a morte de Cleriston e posteriormente a votação no Senado para seguir com sua tarifa contra o STF nas redes sociais.

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