O Congresso aprovou o texto-base do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024, que traz as regras para a elaboração do Orçamento do próximo ano. Deputados e senadores passam agora a averiguar os destaques, que são as sugestões de modificação ao texto original, enviado pelo governo federalista.
Porquê indicado pelo governo, o texto-base da LDO traz meta de déficit fiscal zero. Porém, fica mantida uma margem de até R$ 28 bilhões. Assim, se houver prejuízo até oriente valor, a meta poderá ser considerada uma vez que cumprida.
Relator do texto-base, o deputado Danilo Potente (União-CE) incluiu na LDO um calendário para a liberação de emendas impositivas — de pagamento obrigatório, de R$ 11 bilhões. Antes, não havia prazo para o governo federalista efetuar o pagamaneto.
Já as emendas individuais (para cada senador e deputado) serão de R$ 25 bilhões, enquanto que as de bancada (para cada um dos estados brasileiros) somam R$ 12 bilhões.
Ainda segundo o texto do relator Danilo Potente, o pagamento com transferência automática de emendas da espaço da saúde e assistência social no prazo de até 30 de junho de 2024.
FUNDO ELEITORAL
Pelo texto-base, ficou estabelecida a destinação de R$ 4,9 bilhões para o Fundo Eleitoral. O valor é o mesmo da eleição de 2022, mas supra do sugerido pelo governo federalista, de R$ 900 milhões. O relator, porém, não indicou de onde virão os recursos.
PAC
A pedido do governo federalista, muro de R$ 5 bilhões de reais em verbas de estatais, direcionadas ao Programa de Aceleração do Incremento (PAC), ficarão de fora dos cálculos da meta de resultado dessas empresas.