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Venezuela soltou 'menos de uma dúzia' de presos políticos, denuncia entidade

Líder chavista Jorge Rodríguez anuncia libertação de prisioneiros na Venezuela

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 09/01/2026 às 13:35 · Atualizado há 6 dias
Venezuela soltou 'menos de uma dúzia' de presos políticos, denuncia entidade
Foto: Reprodução / Arquivo

Líder chavista Jorge Rodríguez anuncia libertação de prisioneiros na Venezuela

não foi concretizado de forma plena, verificável, nem transparente

— O Comitê pela Liberdade dos Presos Políticos da Venezuela (CLIPPVE) denunciou, nesta sexta-feira (9), que a libertação de prisioneiros anunciada pelo regime chavista no dia anterior .

que não chegam nem a uma dezena

— A entidade afirma que só foram confirmads um número reduzido de soltura de presos políticos, .

um número significativo de prisioneiros

— Na quinta (8), o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, um dos líderes do chavismo, afirmou que , tanto estrangeiros quanto venezuelanos, seria libertado.

A opacidade institucional, a repressão política, a falta de votações, a falta de comunicação e as decisões arbitrárias persistem, como o anúncio de visitas [nas prisões de] Rodeo I e Ramo Verde, enquanto estas foram suspensas em Tocorón sem qualquer explicação pública

— afirma a nota.

Entre os libertados, estão a ativista Rocío San Miguel e o ex-candidato à Presidência Enrique Márquez.

As libertações, uma reivindicação frequente da oposição do país, são um gesto de paz, disse Jorge Rodríguez na quinta, acrescentando que a ação foi unilateral e não foi acordada com nenhuma outra parte.

Não está claro se as negociações para as libertações envolveram o presidente Lula, o governo brasileiro ou algum outro ator político mencionado.

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anuncia libertação de prisioneiros durante coletiva de imprensa em Caracas — Foto: Gaby Oraa/Reuters

Desde a operação militar dos EUA que capturou o ditador Nicolás Maduro, o regime da Venezuela intensificou a repressão nas ruas, com interrogatórios em postos de controle e detenções de jornalistas, segundo o jornal "The new York Times".

a busca e a captura em âmbito nacional de todos os envolvidos na promoção ou apoio ao ataque armado dos Estados Unidos

— Na última segunda, seu governo ordenou que sequestrou Maduro.

Com um decreto de estado de emergência em vigor, venezuelanos têm reportado um aumento no número de policiais e outros agentes de segurança nas ruas, incluindo os "colectivos", milícias mascaradas que fazem rondas armadas.

Além disso, postos de controle foram estabelecidos em diferentes locais em todo o país, onde veículos são parados e agentes questionam seus ocupantes. Grupos de direitos humanos dizem que os policiais verificam os telefones em busca de indícios de oposição a Maduro ou ao chavismo.

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