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Rosto de professor assassinado tinha marcas de chinelo do suspeito

O rosto do professor João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho, de 32 anos, que foi espancado até a morte em Sobradinho II, na manhã de domingo (4/1)...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2026 às 11:25 · Atualizado há 3 dias
Rosto de professor assassinado tinha marcas de chinelo do suspeito
Foto: Reprodução / Arquivo

O rosto do professor João Emmanuel Ribeiro Gonçalves de Moura Carvalho, de 32 anos, que foi espancado até a morte em Sobradinho II, na manhã de domingo (4/1), ficou com marcas do solado do chinelo usado pelo assassino no momento do crime, informou a Polícia Civil.

Após ser preso por policiais civis da 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II), Guilherme Silva Teixeira, de 24 anos, teve apreendidas as roupas que usava no momento em que foi flagrado por uma câmera de segurança de um condomínio.

Ele vestia casaco branco, calça, touca, chinelos e carregava uma mochila.

O patrão de Guilherme, que trabalha como serralheiro, foi autuado por participar do crime de forma indireta. Morador das proximidades do local onde o homicídio ocorreu, ele teria prestado auxílio ao autor logo após as agressões.

Segundo a Polícia Civil, o homem chegou a presenciar a vítima ainda com sinais vitais e, mesmo assim, ajudou o agressor a deixar a região.

Ele foi autuado pelo crime de favorecimento pessoal, por auxiliar o autor após o delito, mas foi liberado após assinar um termo de compromisso para comparecer à Justiça sempre que for convocado.

O homem é filho do vice-prefeito de Isaías Coelho, cidade no Piauí

O corpo de João Emmanuel foi encontrado na manhã deste domingo (4/1), em uma parada de ônibus

João Emmanuel Ribeiro, 32 anos, foi encontrado em uma parada de ônibus em Sobradinho II (DF)

O cadáver do homem foi encontrado com diversas lesões no rosto

De acordo com as investigações conduzidas pela 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II), autor e vítima não se conheciam previamente. A hipótese de que tivessem trocado mensagens por meio de aplicativo de relacionamento foi descartada pela polícia.

Em interrogatório, Guilherme afirmou que estava no local apenas para obter uma carona para ir ao trabalho, quando teria discutido com João Emmanuel. Segundo a versão apresentada, o autor partiu em direção ao homem e passou a agredi-lo, deixando-o caído ao chão, ainda agonizando.

Logo depois, seguiu normalmente para o serviço, na companhia de seu patrão, que mora nas proximidades do local dos fatos e chegou a ver a vítima agonizando.

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