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Promotor de SP e família são amarrados e ficam 5h em poder de ladrões

O promotor de Justiça Gustavo Roberto Chaim Pozzebon foi feito refém junto com a família, na manhã dessa quarta-feira (7/1), quando criminosos invadiram a re...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/01/2026 às 09:00 · Atualizado há 1 semana
Promotor de SP e família são amarrados e ficam 5h em poder de ladrões
Foto: Reprodução / Arquivo

O promotor de Justiça Gustavo Roberto Chaim Pozzebon foi feito refém junto com a família, na manhã dessa quarta-feira (7/1), quando criminosos invadiram a residência dele em um roubo, em Monte Alegre do Sul, interior de São Paulo.

Segundo o registro policial, por volta das 6h30, pelo menos sete suspeitos invadiram a residência do promotor pelos fundos, através de um corte na cerca do alambrado. A esposa de Pozzebon, que estava na cozinha, foi a primeira a ser rendida. Depois, os filhos e o próprio promotor foram abordados pelos criminosos. Todas as vítimas tiveram os pulsos amarrados com abraçadeiras e foram mantidas juntas em um dos cômodos da casa.

Posteriormente, funcionários da família chegaram ao imóvel e também foram rendidos pelos assaltantes. O promotor e a família ficaram sob poder dos criminosos por pelo menos cinco horas. Ao longo desse período, os suspeitos pegaram celulares e notebooks das vítimas, acessaram os aplicativos bancários e fizeram diversas transações bancárias. A polícia não divulgou o valor roubado.

Na hora da fuga, os assaltantes também roubaram o carro da família.

Horas depois do crime, a polícia prendeu um dos homens suspeitos de participarem do roubo à residência do promotor, identificado como Caio Roberto Domingues. Ele foi preso em Itatiba, cidade vizinha de Monte Alegre do Sul.

Ele foi abordado na Rodovia Alkindar Monteiro Junqueira, dirigindo um dos veículos usados pelos assaltantes no roubo (foto de destaque). Inicialmente, Caio alegou que estava perdido pela rodovia e que seguia para Hortolândia, mas, ao ser informado que iria ser conduzido à delegacia, confessou participação no crime.

Segundo boletim de ocorrência, o suspeito afirmou que atuava como “batedor” para o grupo, enquanto outros quatro membros da quadrilha seguiam armados em um segundo carro, de modelo Fiat Argo branco.

Durante o deslocamento para a delegacia, Caio ainda sugeriu pagar qualquer valor para ser liberado e ainda pediu para que os policiais “sumissem com o celular” que tinha sido entregue por ele na abordagem.

Ao checar o aparelho, os policiais constataram que o líder da quadrilha é chamado de “despachante”. Os criminosos também tinham um grupo de conversas chamado “Agricultura”.

Caio foi preso em flagrante pelos crimes de associação criminosa armada, roubo circunstanciado (com restrição de liberdade da vítima) e corrupção ativa.

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