A presidente da Emdurb, Gislaine Magrini, admitiu nesta sexta-feira (9), em depoimento à Comissão Especial de Inquérito (CEI), que a venda de telhas retiradas do terminal rodoviário foi realizada de forma irregular.
O caso, que ficou conhecido como "CEI da Sucata", investiga o destino de telhas de alumínio retiradas da rodoviária após um vendaval, que atingiu a cidade em setembro de 2025.
Pela primeira vez, a presidente confirmou que o material, que é patrimônio público, foi vendido diretamente a um ferro-velho sem o devido processo de leilão exigido por lei.
Segundo a denúncia, o material foi vendido por R$ 21 mil. Durante a oitiva, Gislaine confirmou que ao menos R$ 2 mil desse valor foram utilizados para a compra de três poltronas de couro para a sala da presidência da Emdurb.
Câmara ouve presidente da Emdurb sobre venda irregular de sucata em Bauru
A presidente da Empresa de Desenvolvimento Urbano de Bauru (Emdurb), Gislaine Magrini, admitiu nesta sexta-feira (9), em depoimento à Comissão Especial de Inquérito (CEI), que a venda de telhas retiradas do terminal rodoviário foi realizada irregularmente.
O caso, que ficou conhecido como "CEI da Sucata", investiga o destino de telhas de alumínio retiradas da rodoviária após um vendaval que atingiu a cidade em setembro de 2025. (Veja no vídeo abaixo)
O temporal causou estragos em diversos pontos da cidade, como queda de árvores, danos em semáforos, na rede elétrica, em residências e em prédios públicos, além de destruir parte da cobertura do Terminal Rodoviário.
Pela primeira vez, a presidente confirmou que o material, que é patrimônio público, foi vendido diretamente a um ferro-velho sem o devido processo de leilão exigido por lei.
Segundo a denúncia, o material foi vendido por R$ 21 mil. Durante a oitiva, Gislaine confirmou que pelo menos R$ 2 mil desse valor foram utilizados para a compra de três poltronas de couro para a sala da presidência da Emdurb.
A reunião da comissão também foi marcada pela recusa da Emdurb em entregar os documentos da sindicância interna aberta pela empresa para apurar o caso. Após a recusa, a CEI informou que deve entrar com um mandado de segurança na Justiça para garantir acesso aos dados.
Presidente da Empresa de Desenvolvimento Urbano de Bauru (Emdurb), Gislaine Magrini — Foto: TV TEM/reprodução
Participaram da CEI os vereadores Marcelo Afonso (PSD), presidente da comissão; Júlio César (PP), Edson Miguel (Republicanos), Arnaldinho Ribeiro (Avante), Estela Almagro (PT); Márcio Teixeira (PL) e José Clemente Rezende, advogado indicado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para compor a CEI.
Uma nova reunião foi agendada para o dia 19 de janeiro, quando quatro servidores, incluindo diretores de limpeza pública e patrimônio, deverão prestar depoimento.
Em nota à TV TEM, a Prefeitura de Bauru informou que aguarda a conclusão da sindicância interna aberta pela Emdurb para adotar as medidas administrativas e legais cabíveis.
Presidente da Emdurb admite venda irregular de materiais e uso de valor para compra de móveis em Bauru — Foto: TV TEM/reprodução
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