Uma operação policial desarticulou uma boca de fumo que funcionava na rua Bom Jardim, no bairro Santo André, em Santarém, oeste do Pará, e revelou uma situação considerada grave pelas autoridades.
Segundo a polícia, a mulher apontada como responsável pelo ponto de venda utilizava o próprio filho, uma criança de 12 anos, para esconder entorpecentes na roupa íntima.
A ação ocorreu na tarde desta segunda-feira (5), após denúncias e a abordagem de um usuário de drogas, que afirmou ter comprado entorpecentes no imóvel e indicou que a venda teria sido feita por uma adolescente.
Celulares, dinheiro e entorpecentes apreendidos — Foto: Jampierre Martins/TV Tapajós
Uma operação policial desarticulou uma boca de fumo que funcionava na rua Bom Jardim, no bairro Santo André, em Santarém, oeste do Pará, e revelou uma situação considerada grave pelas autoridades. Segundo a polícia, a mulher apontada como responsável pelo ponto de venda utilizava o próprio filho, uma criança de 12 anos, para esconder entorpecentes na roupa íntima.
A ação ocorreu na tarde desta segunda-feira (5), após denúncias e a abordagem de um usuário de drogas, que afirmou ter comprado entorpecentes no imóvel e indicou que a venda teria sido feita por uma adolescente. A informação reforçou a suspeita de envolvimento direto de menores na atividade criminosa.
No local, os policiais apreenderam entre 40 e 50 papelotes de crack, parte deles escondida com a criança, além de diversos objetos provenientes de roubos. De acordo com a investigação, esses itens seriam utilizados como forma de pagamento ou troca por drogas.
Quais as diferenças entre a prisão temporária e a preventiva?
Durante a operação, foram presos Edcelma Pacheco dos Reis, identificada como responsável pelo imóvel, o companheiro dela, Fábio Reis, e um usuário de drogas. Todos foram apresentados na 16ª Seccional Urbana da Polícia Civil. No imóvel, os agentes também encontraram dois adolescentes e uma criança, além do casal detido.
Edcelma Pacheco já possui antecedentes por tráfico de drogas e usava tornozeleira eletrônica no momento da prisão. Ela e o companheiro devem responder por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico, receptação e corrupção de menores, entre outros que ainda podem ser confirmados ao longo das investigações.
Diante da presença de crianças e adolescentes em situação de risco, o Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso e adotar as medidas legais de proteção. As investigações seguem para apurar a extensão da atuação criminosa e garantir o encaminhamento adequado dos menores envolvidos.
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