Dois homens foram presos em flagrante, tentando roubar uma caminhonete preta na Avenida Lúcio Costa. De acordo com a polícia, eles fazem parte de uma quadrilha especializada em roubos de carros.
Os agentes afirmam que os veículos roubados eram levados até a comunidade da Nova Holanda, no Complexo da Maré. Lá, eram vendidos para compradores do tráfico de drogas.
As investigações mostraram que parte da quadrilha agia em trios. Inicialmente, um integrante circulava de moto pela região, identificando possíveis alvos. Outros abriam o veículo e observavam a presença da polícia.
Polícia desmantela quadrilha de roubo de caminhonetes de luxo no Rio
Policiais civis da 15ª DP (Gávea) prenderam, na última terça-feira (7), dois homens acusados de roubar caminhonetes de luxo para revender a traficantes do Complexo da Maré. As investigações mostraram que eles agiam principalmente na Zona Sul e na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio.
Dois homens, identificados como Fagner Yuri de Jesus, conhecido como Pitoco, e Matheus Ferreira Vasconcelos, chamado de Coxinha pelos comparsas, foram presos em flagrante, tentando roubar uma caminhonete preta na Avenida Lúcio Costa.
Investigações revelaram crimes em vários pontos da Zona Sul e da Barra da Tijuca — Foto: Reprodução/ TV Globo
As investigações mostraram parte da quadrilha agia em trios. Inicialmente, um integrante circulava de moto pela região, identificando possíveis alvos. Quando uma vítima era encontrada, ele chamava os outros dois. Assim, um deles abria o carro e o outro verificava a aproximação da polícia.
Os policiais reuniram filmagens do modus operandi do grupo em vários pontos da cidade. Os carros eram negociados entre R$ 10 mil e R$ 20 mil em grupos de mensagens.
Em menos de 3 minutos, os criminosos conseguem entrar no carro e levar para a comunidade, para onde outros carros furtados foram levados. Nesse local, a caminhonete recebe uma outra placa, ela também vai rapidamente para o Paraguai, para ser trocada por armas ou drogas, ou então é desmontada pela facção criminosa, que também usa as peças para revenda para carros que foram batidos, que deram perda total ou algo parecido
— afirmou a delegada Daniela Terra.
Os agentes afirmam que os veículos roubados eram levados até a comunidade da Nova Holanda, no Complexo da Maré. Lá, eram vendidos para compradores do tráfico de drogas. A polícia afirmou que os traficantes usavam os carros para clonagem e venda de peças para outros lugares.
A TV Globo tentava contato com a defesa dos presos até a última atualização desta reportagem.
Carros roubados eram oferecidos em grupos de mensagens — Foto: Reprodução/ TV Globo
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