Operação da Polícia Civil e do Gaeco desmantelou uma quadrilha especializada em assaltos a bancos que agia em diversas cidades do Estado de São Paulo.
As investigações apontam que o grupo se preparava para agir em Cravinhos (SP).
A quadrilha pretendia utilizar fuzis de alto poder destrutivo, inclusive calibre .50, além de veículos blindados, artefatos explosivos, drones e outros equipamentos táticos.
A operação ganhou o nome de Volante, em referência à organização criminosa conhecida como Novo Cangaço.
As investigações também apontaram um esquema extremamente organizado desenvolvido pela quadrilha, com núcleos pré-determinados.
Mulher é presa em Cravinhos, SP, por suspeita de participar de quadrilha especializada em assalto a bancos — Foto: Divulgação/Polícia Civil
Uma operação da Polícia Cicil em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, desmantelou uma quadrilha especializada em assaltos a bancos que agia em diversas cidades do Estado de São Paulo. As investigações apontam que o grupo se preparava para agir em Cravinhos (SP).
Foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e 24 mandados de busca e apreensão nas cidades de Ribeirão Preto (SP), Cravinhos, São Paulo (SP), Embu das Artes (SP), Taboão da Serra (SP) e Jacareí (SP).
A operação ganhou o nome de Volante, em referência à organização criminosa conhecida como Novo Cangaço.
🔎 Volante era o nome dado às forças policiais móveis na região Nordeste, criadas no final do século 19 e início do século 20 para combater os cangaceiros.
Em Cravinhos, uma mulher foi presa, mas a polícia ainda vai interrogá-la para saber a função dela dentro da organização criminosa.
Ainda segundo as investigações, polícia e MP descobriram que a quadrilha pretendia utilizar fuzis de alto poder destrutivo, inclusive calibre .50, além de veículos blindados, artefatos explosivos, drones e outros equipamentos táticos característicos do 'novo cangaço'.
De acordo com Jorge Amaro Cury Neto, diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior 3 (Deinter), as investigações também apontaram um esquema extremamente organizado desenvolvido pela quadrilha.
A operação conta com participação e apoio de equipes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).
A ação também tem apoio da Polícia Militar, com efetivos do Comando de Operações Especiais (COE), do 11º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) e do 51º Batalhão de Polícia Militar do Interior.
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