Cotado para assumir o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o jurista Wellington César Lima e Silva ganhou um apelido inusitado no meio jurídico da Bahia.
O baiano ficou conhecido como “breve” por ter sido nomeado ou cogitado para cargos em contextos de crise e por permanecer por curtos períodos nas funções que ocupa.
Wellington César Lima e Silva, cotado para assumir o Ministério da Justiça
Em 2016, por exemplo, ele chegou a tomar posse como ministro da Justiça no então governo da ex-presidente Dilma Rousseff, mas, por questões jurídicas relacionadas ao acúmulo de funções, optou por deixar o cargo apenas 11 dias após assumir.
O jurista também atuou como secretário de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil no começo da terceira gestão no presidente Lula. Ele ficou pouco tempo no cargo e atualmente ocupa o cargo de advogado-geral da Petrobras.
O nome de Wellington já está na mesa do presidente Lula e tem sido defendido por aliados baianos próximos ao Palácio do Planalto, como o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e o chefe da Secom, Sidônio Palmeira.
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