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Mulher de Ramagem entrega atestado médico no trabalho após ir aos EUA com marido foragido

Rebeca Ramagem, esposa do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), entregou um atestado médico de 60 dias.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/01/2026 às 18:55 · Atualizado há 2 dias
Mulher de Ramagem entrega atestado médico no trabalho após ir aos EUA com marido foragido
Foto: Reprodução / Arquivo

Rebeca Ramagem, esposa do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), entregou um atestado médico de 60 dias.

Ela é procuradora concursada por Roraima e apresentou o atestado no dia 22 de dezembro de 2025 à Procuradoria-Geral de Roraima.

Alexandre Ramagem foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos por envolvimento na trama golpista de 2022.

Ramagem é notificado em processo administrativo da Abin para devolver R$ 10 mil pagos a ma

A procuradora concursada por Roraima Rebeca Teixeira Ramagem Rodrigues entregou um atestado médico de 60 dias e está de licença médica, informou nesta quinta-feira (8) o governo do estado. Ela é esposa do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), condenado por envolvimento na trama golpista de 2022 e considerado foragido.

Rebeca apresentou o atestado no dia 22 de dezembro de 2025 à Procuradoria-Geral de Roraima (PGE-RR). Antes disso, estava de férias desde novembro. A licença médica foi recebida pelo departamento de Recursos Humanos e vale até 19 de fevereiro de 2026.

Casal Rebeca e Alexandre Ramagem está nos EUA — Foto: Repodução/Instagram

único propósito de proteger a família

— Rebeca é procuradora de carreira do estado de Roraima desde 2015. No dia 23 de novembro de 2025, ela publicou nas redes sociais que havia deixado o Brasil há uma semana com o , junto com um vídeo das filhas reencontrando o pai em Miami, nos Estados Unidos (EUA).

Alexandre Ramagem foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. No vídeo publicado por Rebeca no fim de semana, ela alegou que a família era vítima de "lawfare" - quando a lei é usada para perseguição política.

Os ministros da 1ª Turma entenderam que Ramagem usou a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da qual foi diretor na gestão Bolsonaro, para vigiar adversários políticos.

E que o deputado ajudou Bolsonaro nos ataques ao sistema eleitoral para manter o ex-presidente no poder.

A decisão do STF determinou que ele não poderia deixar o país e que deveria entregar o passaporte, mas ele fugiu em setembro. Em dezembro do ano passado, ele teve o mandato de deputado federal cassado na Câmara.

Ramagem, segundo a PF, saiu do país por Roraima. As investigações indicam que ele atravessou a fronteira terrestre com a Guiana e seguiu até Georgetown, capital guianense, com apoio de um empresário ligado ao garimpo ilegal no estado. De lá, embarcou de avião para os Estados Unidos.

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