A escolha do próximo membro do Tribunal de Contas da União, que será indicado pela Câmara dos Deputados para a vaga de Aroldo Cedraz, tem preocupado ministros da Corte após a repercussão das decisões sobre o Banco Master.
Segundo apurou a coluna, ministros e técnicos expressam, nos bastidores, que o ideal, após a pressão que a Corte tem enfrentado, é que o futuro indicado tenha experiência com o controle das contas públicas.
TCU tem sido criticado por atuação atípica no caso do Banco Master; entidades defendem autonomia do BC
Ministro do TCU Jhonatan de Jesus e o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, ambos filiados ao Republicanos
Diversas entidades da sociedade civil organizada têm criticado a atuação de Jhonatan de Jesus no caso do Banco Master
A ideia é evitar novas críticas sobre o futuro ministro. Como mostrou a coluna, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) avisou aliados que irá cumprir o acordo com o PT para indicar o deputado Odair Cunha (PT-MG).
O problema é a vontade do Centrão. Caciques do grupo avisaram Motta de que não fizeram nenhum acordo pelo nome de Odair e que gostariam de lançar seus próprios candidatos.
Dentre os cotados estão deputados influentes como Danilo Forte (União-CE), Pedro Paulo (PSD-RJ), Hugo Leal (PSD-RJ) e Elmar Nascimento (União-BA).
No momento, quem está no olho do furacão é justamente o último indicado pela Câmara, o ministro Jhonatan de Jesus, responsável por analisar na Corte de Contas as ações do BC sobre a liquidação do Banco Master.
Diante das críticas contra o ministro, o presidente do TCU, Vital do Rêgo, saiu em defesa do relator. Como mostrou o Metrópoles na coluna do Tácio Lorran, Rêgo disse que “nada incomum está sendo feito” por Jhonatan de Jesus.
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