Por Joana Caldas, André Lux, Ana Cristina Machado, Caroline Borges, g1 SC e NSC TV
A Polícia Civil confirmou que os quatro corpos encontrados com lesões em uma área de mata eram de Daniel Luiz da Silveira (28 anos), Bruno Máximo da Silva (28 anos), Guilherme Macedo de Almeida (20 anos) e Pedro Henrique Prado de Oliveira (19 anos).
Com a confirmação das identidades, agora a Polícia Civil de Santa Catarina trabalha para entender a motivação e dinâmica dos assassinatos.
O próximo passo é tentar captar câmeras de segurança que possam mostrar o passo a passo dessas vítimas antes do acontecido
— A investigação ouve os familiares dos jovens para entender quem eles eram. , declarou o delegado responsável pela investigação.
As lesões encontradas nos corpos dos quatro jovens vindos de Minas Gerais e achados mortos em Santa Catarina podem indicar que as vítimas foram torturadas.
Segundo o delegado regional de Florianópolis, Pedro Mendes, a investigação segue em andamento e não é descartada nenhuma hipótese sobre as circunstâncias e motivações.
Os jovens foram achados no sábado (3) em uma área de mata de Biguaçu, na Grande Florianópolis. Eles foram identificados como Daniel Luiz da Silveira (28 anos), Bruno Máximo da Silva (28 anos), Guilherme Macedo de Almeida (20 anos) e Pedro Henrique Prado de Oliveira (19 anos).
As causas das mortes ainda são analisadas pela Polícia Científica. A Polícia Civil catarinense trabalha para entender a motivação e dinâmica dos assassinatos.
A investigação também ouve os familiares dos jovens para entender os momentos antes do desaparecimento. Os jovens chegaram recentemente em Santa Catarina, em períodos entre outubro e dezembro, em busca de trabalho e melhores condições de vida.
O próximo passo é tentar captar câmeras de segurança que mostrem o passo a passo das vítimas. O histórico policial dos mortos também é considerado na investigação.
Jovens de MG foram encontrados mortos em SC — Foto: Redes sociais/Arquivo pessoal
Um familiar de Guilherme que não quis ser identificado descreveu, em entrevista à NSC TV, o rapaz como “muito trabalhador”.
Ele e os outros meninos não tinham motivo para passar por isso. Então, a gente não sabe, a gente queria saber pelo menos o que aconteceu
— O familiar também diz que os parentes querem entender o que aconteceu. .
Familiar de Guilherme declara que ele não tinha nenhum envolvimento com crimes
De acordo com as famílias, os quatro eram amigos, moravam juntos em São José, cidade vizinha a Florianópolis, e buscavam melhores condições de vida em Santa Catarina. Guilherme, por exemplo, estava na região há cerca de 20 dias e começaria no novo emprego na segunda-feira (5).
Os jovens foram vistos pela última vez no Centro de Florianópolis no domingo (28). Eles foram flagrados também na madrugada do mesmo dia por câmeras em frente ao apartamento onde moravam juntos, no bairro Barreiros, em São José, cidade vizinha à capital catarinense (assista abaixo).
Homens vindos de MG para Santa Catarina desaparecem em Florianópolis
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