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Família alega negligência após morte de criança em piscina municipal

Familiares de Bryan Adolfo Moraes Vicente afirmam que o menino, de 4 anos, foi vítima de negligência do Instituto Dica do Serviço de Acolhimento Instituciona...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 09/01/2026 às 21:30 · Atualizado há 3 dias
Família alega negligência após morte de criança em piscina municipal
Foto: Reprodução / Arquivo

Familiares de Bryan Adolfo Moraes Vicente afirmam que o menino, de 4 anos, foi vítima de negligência do Instituto Dica do Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Saica) da Casa Verde, responsável pelos cuidados da criança. Bryan morreu na noite do dia 23 de dezembro, após se afogar em uma piscina do Centro Esportivo Municipal Edson Arantes do Nascimento, conhecido como Pelezão, na zona oeste de São Paulo.

Bryan Adolfo Moraes Vicente, de 4 anos, encontrado morto em piscina de centro esportivo

Bryan Adolfo Moraes Vicente, de 4 anos, encontrado morto em piscina de centro esportivo

Bryan Adolfo Moraes Vicente, de 4 anos, encontrado morto em piscina de centro esportivo

Bryan Adolfo Moraes Vicente, de 4 anos, encontrado morto em piscina de centro esportivo

Bryan morava sem os pais no insituto. Ele foi levado temporariamente devido à condição financeira da família, que vivia em situação de rua.

Agora a gente já está estabilizado, trabalhando, se organizando para alugar nossa casa. Então, eles iam devolver o Bryan para nós em fevereiro, porque a gente já estava passeando com ele. Ele já ia começar a dormir com nós(sic)

— lamentou o pai. “Se ele já estivesse com a gente, nada disso tinha acontecido”.

A visita ao Pelezão foi realizada com acompanhamento de monitores do instituto como uma atividade de férias. A família, no entanto, afirma que não foi avisada.

Sobre os funcionários do abrigo, a administração municipal alegou que, como medida cautelar, afastou os profissionais envolvidos.

A Polícia Civil afirmou que investiga o caso por meio de um inquérito policial instaurado pelo 91° Distrito Policial (Ceasa). Exames foram solicitados ao Instituto de Criminalística e ao Instituto Médico Legal (IML) para auxiliar no esclarecimento das causas da morte e dos fatos.

O caso foi registrado como homicídio. Uma das salva-vidas do clube consta no boletim de ocorrência como investigada.

Bryan foi velado, na manhã do Natal, no Cemitério Dom Bosco, na zona norte de São Paulo.

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