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Estudantes protestam contra reajuste e retorno da cobrança da passagem estudantil em Soroc

Alunos, pais e professores participaram de audiência pública na Câmara de Sorocaba sobre o aumento de 20,45% na tarifa do transporte coletivo.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 05/01/2026 às 16:30 · Atualizado há 1 dia
Estudantes protestam contra reajuste e retorno da cobrança da passagem estudantil em Soroc
Foto: Reprodução / Arquivo

Alunos, pais e professores participaram de audiência pública na Câmara de Sorocaba sobre o aumento de 20,45% na tarifa do transporte coletivo.

Estudantes protestaram contra o reajuste e a retomada da cobrança da passagem estudantil, que volta a ser obrigatória em 30 de janeiro, a R$ 2,65.

Segundo a Urbes, a prefeitura espera arrecadar R$ 40 milhões em 2024, mas o valor não cobre os custos totais do sistema, estimados em R$ 480 milhões.

Usuários reclamaram da qualidade do serviço e vereadores questionaram o reajuste e a volta da tarifa estudantil durante a audiência.

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Alunos, pais e professores participaram, nesta segunda-feira (3), de uma audiência pública realizada na Câmara Municipal de Sorocaba (SP), na qual a prefeitura apresentou as justificativas para o aumento de 20,45% na tarifa do transporte coletivo.

Durante a audiência, estudantes protestaram contra o aumento e contra a retomada da cobrança da passagem estudantil, que voltará a ser obrigatória a partir do dia 30 de janeiro, no valor de R$ 2,65.

Segundo o diretor-presidente da Urbes, Adriano Brasil, a cobrança é necessária para que a prefeitura consiga arcar com os custos dos insumos do transporte coletivo. De acordo com ele, a expectativa é arrecadar R$ 40 milhões ao longo deste ano com o reajuste.

Ainda assim, conforme a Urbes, o valor não será suficiente para cobrir os gastos totais do sistema, que chegam a R$ 480 milhões.

Alunos, pais e professores durante a manifestação na Câmara Municipal de Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM

Durante a manifestação, usuários também reclamaram da qualidade do serviço prestado. Segundo eles, além da volta da cobrança aos estudantes, muitos ônibus não oferecem condições adequadas de uso.

Alguns vereadores também questionaram o reajuste e a retomada da tarifa estudantil. O vereador Izídio Brito (PT) afirmou considerar “estranho” o fato de a mudança ter ocorrido após o afastamento do prefeito Rodrigo Manga. Ele também lembrou que o então prefeito fazia campanha nas redes sociais afirmando que não haveria cobrança de tarifa para estudantes.

A vereadora Fernanda Garcia (PSOL) destacou que o tema do transporte coletivo não foi discutido durante a audiência da Lei Orçamentária Anual (LOA). Do orçamento municipal de R$ 6 bilhões, que será distribuído entre as secretarias, R$ 73 milhões estão previstos para a Urbes.

A partir do dia 30 de janeiro, as tarifas passam a vigorar com os seguintes valores:

Além disso, a tarifa básica da Zona Azul, válida por duas horas, será reajustada de R$ 1,50 para R$ 2,00, aumento de 33%.

Quem já possui créditos no cartão de transporte poderá utilizá-los pelo valor antigo por até 90 dias após o início da nova tarifa.

Estudantes protestam contra reajuste e retorno da cobrança da passagem estudantil em Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM

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