Publicidade
Capa / Você Viu

Eletricista do interior de SP morre em combate em guerra na Ucrânia

Leonardo dos Santos, de Ilha Solteira (SP), morreu em combate na guerra na Ucrânia.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 05/01/2026 às 15:35 · Atualizado há 4 dias
Eletricista do interior de SP morre em combate em guerra na Ucrânia
Foto: Reprodução / Arquivo

Leonardo dos Santos, de Ilha Solteira (SP), morreu em combate na guerra na Ucrânia.

Segundo a concessionária de energia do Mato Grosso do Sul, onde ele trabalhou, Leonardo morreu no dia 26 de dezembro, após ser atingido por uma granada no ataque da Rússia e pegar uma infecção.

A empresa emitiu uma nota de pesar e lamentou a morte. Ele trabalhava na empresa antes de seguir para a Ucrânia.

Brasileiro de Ilha Solteira morre na guerra da Ucrânia após ataque russo

Um eletricista de Ilha Solteira (SP) morreu em combate na guerra na Ucrânia.

Segundo a concessionária de energia do Mato Grosso do Sul, onde ele trabalhou, Leonardo dos Santos morreu no dia 26 de dezembro, após ser atingido por uma granada no ataque da Rússia, vindo a contrair infecção.

A empresa emitiu uma nota de pesar e lamentou a morte. Ele trabalhava na concessionária antes de seguir para a Ucrânia. O Ministério das Relações Exteriores disse que está apurando, junto às autoridades locais, informações relacionadas à situação.

Leonardo dos Santos de Ilha Solteira (SP) morre em combate em guerra na Ucrânia — Foto: Reprodução/Facebook

Conforme o ministério, por meio do serviço consular, o órgão foi procurado pela família para o traslado do corpo.

Em junho deste ano, o Ministério das Relações Exteriores divulgou um alerta sobre o alistamento voluntário de brasileiros em forças armadas estrangeiras, no contexto de guerras armadas.

Segundo o órgão, tem sido registrado aumento no número de casos brasileiros que morrem em conflito ou que encontram dificuldades para interromper a participação no serviço.

Por isso, o ministério recomendou que propostas de trabalho para fins militares sejam recusadas. De acordo com o órgão, a assistência consular, nesses casos, pode ser "severamente limitada pelos termos dos contratos assinados entre os voluntários e as forças armadas de outros países".

A guerra na Ucrânia começou em fevereiro de 2022, quando o presidente russo Vladimir Putin autorizou uma ofensiva militar contra o território ucraniano. Desde então, a guerra provocou milhares de mortes, milhões de refugiados e intensos combates, especialmente no leste e sul do país.

A Ucrânia conta com apoio militar, financeiro e humanitário de países ocidentais, como os Estados Unidos e a União Europeia. A Rússia, por outro lado, enfrenta sanções econômicas internacionais.

Apesar das negociações em curso, não há perspectiva concreta de fim da guerra.

De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.

Em audiência, Maduro se declara inocente das acusações de narcotráfico

Advogado que defendeu fundador do WikiLeaks vai representar Maduro

Por que Trump não pediu autorização do Congresso americano para o ataque?

TCU confirma autorização de inspeção no BC sobre liquidação do banco Master

Jovem é encontrado vivo após 5 dias desaparecido no ponto mais alto do Sul

'Se eu pudesse voltar no tempo, eu não tinha deixado ele', diz amiga

Investigada pede Mounjaro de presente a prefeito em suposto esquema de propina

Comentários (0)

Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar!

Publicidade