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Após saída de Lewandowski, secretários reforçam pedido para criação de Ministério da Segur

Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp) divulgou nota institucional defendendo a criação de um ministério exclusivo para a área de se...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 10/01/2026 às 14:10 · Atualizado há 20 horas
Após saída de Lewandowski, secretários reforçam pedido para criação de Ministério da Segur
Foto: Reprodução / Arquivo

Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp) divulgou nota institucional defendendo a criação de um ministério exclusivo para a área de segurança.

na busca de soluções para uma das mais relevantes preocupações da sociedade brasileira

— Grupo agradeceu o esforço do ex-ministro Ricardo Lewandowski .

Consesp afirmou que o momento é “oportuno e estratégico” para desmembrar a pasta da Justiça.

Entidade defendeu que a nova pasta seja conduzida por gestores com experiência na área, citando nomes como o secretário de Segurança do Piauí, Chico Lucas, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos.

Saída de Lewandowski reacendeu o debate sobre a divisão do ministério. Ele pediu demissão alegando “razões pessoais e familiares” e deixa a pasta sem ver aprovadas propostas como a PEC da Segurança Pública e o projeto de lei antifacção.

Após o pedido de exoneração do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, o Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp) divulgou uma nota institucional neste sábado (10) defendendo a criação de um ministério exclusivo para a área de segurança.

na busca de soluções para uma das mais relevantes preocupações da sociedade brasileira

— O grupo agradeceu o esforço do ex-ministro e afirmou que o momento é “oportuno e estratégico” para desmembrar a pasta da Justiça.

uma entrega estruturante e de elevado significado institucional para o Brasil

— Segundo o texto, a medida representaria .

O Consesp também defendeu que a nova pasta seja conduzida por gestores com experiência na área, citando nomes como o secretário de Segurança do Piauí, Chico Lucas, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos. A entidade se colocou à disposição do governo para colaborar tecnicamente com o processo.

A saída de Lewandowski reacendeu o debate sobre a divisão do ministério. Ele pediu demissão alegando “razões pessoais e familiares” e deixa a pasta sem ver aprovadas propostas como a PEC da Segurança Pública e o projeto de lei antifacção, que tramitam no Congresso. O secretário-executivo, Manoel Almeida, assume interinamente.

A exoneração foi formalizada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (9).

Ministro Ricardo Lewandowski discursa durante cerimônia de homenagem na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) — Foto: Érika Fonsenca/Alece

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