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Anvisa libera estudo com polilaminina, medicamento para lesão medular

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Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 05/01/2026 às 12:17 · Atualizado há 1 dia
Anvisa libera estudo com polilaminina, medicamento para lesão medular
Foto: Reprodução / Arquivo
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (5/1), o início do estudo clínico que vai avaliar a segurança do uso da polilaminina para o tratamento de lesão medular. O medicamento experimental foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A primeira fase do estudo com humanos incluirá cinco voluntários. Entre os critérios para a escolha deles, a Anvisa definiu: O estudo será patroninado pela empresa Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda, que deverá indicar os locais onde os testes serão realizados. A polilaminina é uma proteína produzida por diversos animais, inclusive pelos seres humanos, e está envolvida em diversas atividades biológicas no organismo. Em testes preliminares, feitos em laboratório com animais e um grupo restrito de pacientes, a aplicação da substância devolveu movimentos a alguns pacientes e cães. Segundo a Anvisa, no estudo clínico será utilizada a laminina 100 μg/mL na forma de solução injetável. Ela deve ser diluída antes do uso em um diluente específico para se obter a polilaminina ou laminina polimerizada em solução para administração intramedular única, diretamente na área lesionada. Na formulação testada, será utilizada a laminina extraída de placenta humana. A laminina é a substância que forma a polilaminina. “Até este momento, o mecanismo de ação da polilaminia para o tratamento de trauma na medula espinhal ainda não está totalmente esclarecido”, afirma a agência em comunicado. A Anvisa esclarece que a primeira fase do estudo terá como foco avaliar a segurança e não a eficácia do medicamento. “A depender dos resultados da fase 1, ele poderá avançar para as etapas de fase 2 e 3, que têm o objetivo de comprovar a eficácia do medicamento”, afirma a agência. Na avaliação de segurança, os pesquisadores vão analisar os riscos potenciais aos quais os pacientes poderão estar expostos e monitorar a ocorrência de eventos adversos,  para que sejam adotadas medidas de minimização ou a reavaliação por parte da empresa e investigadores sobre a viabilidade do prosseguimento do estudo. Receba notícias de Saúde e Ciência no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias do Metrópoles no WhatsApp. Para ficar por dentro de tudo sobre ciência e nutrição, veja todas as reportagens de Saúde. Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las: Você quer ficar por dentro das notícias de saúde mais importantes e receber notificações em tempo real?

Fonte: Agências

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