Segundo a Polícia Civil, os presos usavam os prédios para se esconder e as contas do condomínio para lavar dinheiro obtido com o tráfico de drogas. Além disso, de acordo com a Polícia Civil, o antigo síndico usou dinheiro dos moradores, que deveria custear o condomínio, para financiar a organização criminosa. A suspeita é de que o prédio tenha uma dívida superior a R$ 5 milhões por não pagamento das contas de água.