Falar sobre isso tem muito a ver com calendário. No meu último projeto, havia jogadores que atuavam praticamente todos os jogos, por nível fisiológico e físico. O calendário brasileiro, com pouco espaço de tempo entre os jogos, não permite que utilizemos os mesmos jogadores de forma consecutiva. Gosto de ter uma espinha dorsal na minha equipe, e eles têm que conquistar. Se os mesmos 11 forem muito melhores que os outros a treinarem e, para mim, o treino é fundamental. Quem faz o 11 não é o treinador, isso é um erro. O treinador escolhe em função do que fazem nos treinos e nos jogos. Analisar sempre o pós-jogo, em questões científicas e biológicas, para o jogo seguinte. Vamos tentar ganhar essa estrutura com a coluna vertebral, que podem ser quatro, sete, três... Não sei ainda. Mas é importante, ainda mais com pouco tempo de trabalho, que encontremos algo fixo. E depois, quem está fora lute para vir para dentro, e quem está dentro defenda o seu posicionamento ali.