Macron vive um inferno astral na política doméstica desde as eleições parlamentares antecipadas de 2024. Nenhum bloco conseguiu maioria – nem o dele. Por isso, cada gabinete formado pelo presidente já começa os trabalhos com risco de cair. A eleição ampliou a força principalmente da esquerda, mas também da extrema-direita, e rendeu a Macron esse Parlamento ingovernável.