Segundo o representante Danúbio Dias, do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), Francisca teria participado do chamado “tribunal do violação”, reunião de integrantes da partido para deliberar punições. Jad, segundo a polícia, era considerado 'gerente' da organização e teria deixado de repassar quantia aos criminosos.