FMS registra oito casos de tuberculoses em abrigos de venezuelanos em Teresina
Indígenas venezuelanos receberão vacinas contra várias doenças a partir desta sexta-feira (14) em seis abrigos de Teresina. A campanha da Instauração Municipal de Saúde (FMS) procura atualizar a caderneta de vacinação dos imigrantes, que vivem na capital desde 2019.
LEIA TAMBÉM: Abrigos para venezuelanos tiveram 8 casos de tuberculose em quase um ano
Segundo a FMS, o objetivo da vacinação é prevenir surtos e reduzir os riscos de doenças entre a população indígena. O público-alvo da campanha inclui crianças, adolescentes, adultos, idosos, gestantes, puérperas e pessoas com condições especiais.
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"Queremos prometer o entrada às vacinas e substanciar a proteção coletiva contra doenças que podem ser evitadas [pela imunização]", afirma a coordenadora de vacinação da pasta, Emanuelle Dias.
Em média, a Instauração estima que 360 pessoas terão suas cadernetas de vacinação atualizadas. A campanha começa nesta sexta e se estende até 4 de dezembro.
Veja o cronograma divulgado pela FMS:
14/11: Abrigo Tabuleta;
18/11: Abrigo Buenos Aires;
25/11: Abrigo Poty Velho;
27/11: Abrigo Lar de Passagem;
02/12: Abrigo São João;
04/12: Abrigo Miguel Rosa.
Chegada dos indígenas
Murado de 50 venezuelanos chegaram a Teresina em março de 2019. Entre eles estavam indígenas da etnia Warao, que disseram ter fugido da crise econômica na Venezuela, que deixou muitas famílias sem trabalho e passando penúria.
A trajetória deles começou em 2017. Os imigrantes moraram durante quase um ano em Belém, no Pará. Depois, viajaram por semanas por cidades do Maranhão até se estabelecerem no Piauí.
A maioria desses venezuelanos trabalhava com a pesca e cultura em Tucupita, no estado de Delta Amacuro, na região Leste do país.
Depois a chegada dos imigrantes, a Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcaspi) fez parceria com a Associação Beneficente São Paulo Evangelizador (Abespa) para acolhê-los em abrigos na capital.
Desde novembro de 2022, o atendimento direto a eles passou a ser feito exclusivamente pela Semcaspi.
Indígenas venezuelanos serão vacinados em abrigos de Teresina; veja cronograma
Divulgação/FMS
VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube
Pelo menos sete pessoas suspeitas de empregar o "golpe da falsa meão telefônica" foram presas, na manhã desta sexta-feira (8), durante uma operação da Polícia Social do Piauí de combate o. Segundo a Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC), os presos aplicava o "golpe da falsa meão telefônica".
Indígenas venezuelanos receberão vacinas contra várias doenças a partir desta sexta-feira (14) em seis abrigos de Teresina. A campanha da Instauração Municipal de Saúde (FMS) procura atualizar a caderneta de vacinação dos imigrantes, que vivem na capital desde 2019.
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Segundo a FMS, o objetivo da vacinação é prevenir surtos e reduzir os riscos de doenças entre a população indígena. O público-alvo da campanha inclui crianças, adolescentes, adultos, idosos, gestantes, puérperas e pessoas com condições especiais.
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"Queremos prometer o entrada às vacinas e substanciar a proteção coletiva contra doenças que podem ser evitadas [pela imunização]", afirma a coordenadora de vacinação da pasta, Emanuelle Dias.
Em média, a Instauração estima que 360 pessoas terão suas cadernetas de vacinação atualizadas. A campanha começa nesta sexta e se estende até 4 de dezembro.
Veja o cronograma divulgado pela FMS:
14/11: Abrigo Tabuleta;
18/11: Abrigo Buenos Aires;
25/11: Abrigo Poty Velho;
27/11: Abrigo Lar de Passagem;
02/12: Abrigo São João;
04/12: Abrigo Miguel Rosa.
Chegada dos indígenas
Murado de 50 venezuelanos chegaram a Teresina em março de 2019. Entre eles estavam indígenas da etnia Warao, que disseram ter fugido da crise econômica na Venezuela, que deixou muitas famílias sem trabalho e passando penúria.
A trajetória deles começou em 2017. Os imigrantes moraram durante quase um ano em Belém, no Pará. Depois, viajaram por semanas por cidades do Maranhão até se estabelecerem no Piauí.
A maioria desses venezuelanos trabalhava com a pesca e cultura em Tucupita, no estado de Delta Amacuro, na região Leste do país.
Depois a chegada dos imigrantes, a Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcaspi) fez parceria com a Associação Beneficente São Paulo Evangelizador (Abespa) para acolhê-los em abrigos na capital.
Desde novembro de 2022, o atendimento direto a eles passou a ser feito exclusivamente pela Semcaspi.
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Divulgação/FMS
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