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EUA fazem novo ataque contra embarcação no Pacífico | G1

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 17/12/2025 às 22:49 · Atualizado há 8 horas
EUA fazem novo ataque contra embarcação no Pacífico | G1
Foto: Reprodução / Arquivo

Os Estados Unidos realizaram, nesta quarta-feira (17), um novo ataque contra uma embarcação no Oceano Pacífico, próximo à costa da América Latina. O ataque deixou 4 homens mortos.
Segundo o exército americano, a embarcação estava ligada ao tráfico de drogas internacional.
“nformações de inteligência confirmaram que o barco navegava por uma rota conhecida de narcotráfico no Pacífico Oriental e estava envolvido em operações de tráfico de drogas", afirmou o comunicado publicado nas redes sociais.
O comando militar disse que o ataque foi determinado pelo Secretário de Defesa Pete Hegseth dos Estados Unidos.
EUA realizam ataque a barco no Oceano Pacífico
Reprodução/X
Cerco a Maduro
EUA fazem novo ataque contra embarcações no Pacífico
A ofensiva contra barcos que, supostamente, fazem parte de uma rede de tráfico de drogas internacional ocorre no mesmo momento em que o governo de Donald Trump endurece o cerco à Venezuela, em busca da renúncia do presidente Nicolás Maduro.
Nesta quarta (3), o governo americano emitiu um comunicado orientando cidadãos americanos a deixar a Venezuela "imediatamente" e reforçou seu alerta contra viagens ao país.
No documento, que foi publicado originalmente em maio, o Departamento de Estado dos EUA afirma que "existe um risco muito elevado de detenção ilegal de cidadãos americanos na Venezuela" e aponta outros fatores como a criminalidade e a falta de infraestrutura de saúde, por exemplo, como razões para a determinação.
"Não viaje para a Venezuela nem permaneça no país devido ao alto risco de detenção ilegal, tortura, terrorismo, sequestro, aplicação arbitrária das leis locais, criminalidade, agitação civil e infraestrutura de saúde precária. Recomenda-se fortemente que todos os cidadãos americanos e residentes permanentes legais na Venezuela deixem o país imediatamente", diz o comunicado.

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