A MP acabava com a alíquota de 9% da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, a chamada CSLL, que hoje beneficia fintechs. Na prática, elas passariam a ser tributadas como as demais instituições financeiras, com alíquotas de 15% ou 20%. A proposta do governo também estabelecia, entre outros pontos, alta de impostos sobre aplicações financeiras.