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Análise: Condé tinha que poupar titulares, correu riscos, mas o importante foi o Ceará vencer o CSA - Vladimir Marques

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/02/2025 às 00:09 · Atualizado há 1 dia

Com um jogo tão grande como o Clássico-Rei no 'horizonte', leia-se no próximo sábado (8), o Ceará não tinha outra alternativa que não fosse poupar titulares contra o CSA nesta quarta-feira (5), no PV pela Copa do Nordeste. Escalar uma equipe reserva seria um risco no Nordestão, principalmente depois da estreia com derrota, mas o técnico Léo Condé não tinha outra alternativa, acertou na estratégia e o Vozão venceu, no fim das contas.

De titulares começando o jogo, só quatro: o goleiro Bruno Ferreira, os meio-campistas Lourenço e Lucas Mugni e o atacante Pedro Henrique.

A equipe foi muito previsível na 1ª etapa, presa, e errando muitos passes simples. Defensivamente, o time mostrou insegurança e pouco criou. O ataque ficou lento com Recalde, Pedro Henrique e Galeano.

No intervalo, sacou Mugni e Pedro Henrique, referências técnicas, claramente poupados para o Clássico-Rei.

A equipe melhorou com as trocas, com as entrada de João Vitor e Fernandinho. O Ceará ficou mais agudo, pressionou o 2º tempo inteiro e o garoto da base já poderia ter marcado um gol.

Mas foi Dieguinho que fez um golaço para decidir o jogo.

A vitória dará tranquilidade pro Vozão buscar a classificação no Nordestão, e Condé cumpriu o objetivo principal que foi guardar energias para o Clássico-Rei.

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