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Adão Linhares: o Nordeste redefinirá o futuro da indústria do Brasil - Egídio Serpa

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 24/11/2025 às 03:16 · Atualizado há 6 dias
Adão Linhares: o Nordeste redefinirá o futuro da indústria do Brasil - Egídio Serpa
Foto: Reprodução / Arquivo

Atenção!! Elaborado pelo engenheiro Adão Linhares Muniz, especializado em virilidade, o texto a seguir é uma reflexão sobre os desafios e as boas perspectivas que se abrem para a região do Nordeste diante da transição energética. Linhares aborda o concepção de powershoring e aponta esta segmento do território brasílico uma vez que a ideal para a neoindustrialização de insignificante carbono, atraindo indústrias consumidoras intensivas de virilidade. E virilidade renovável.  

Pela oportunidade do tema, por sua valor e pela subida credibilidade do responsável, esta poste publica, nas linhas seguintes, a íntegra da reflexão de Adão Linhares: 

“A Estratégia do Powershoring - O mundo vive uma reorganização de suas cadeias produtivas, impulsionada pela urgência da transição energética. Nesse novo cenário geopolítico e econômico, surge o concepção de powershoring: a realocação estratégica de indústrias, principalmente as de consumo intenso de virilidade, para regiões que oferecem virilidade limpa, volumoso e a custos competitivos. 

“O Brasil, e em pessoal sua região Nordeste, está posicionado de forma única para se tornar um líder global neste movimento, catalisando uma novidade vaga de industrialização sustentável. Nascente relatório apresenta uma estudo aprofundada de uma vez que a expansão da infraestrutura de transmissão de virilidade, unificando de forma mais robusta os subsistemas elétricos Nordeste e Sudeste/Meio-Oeste, é a pedra angular para a concretização da estratégia de powershoring no país.  

“A estudo detalha uma vez que a modernização da rede não somente fortalece o Sistema Interligado Pátrio (SIN), mas também cria o envolvente necessário para atrair uma novidade classe de consumidores ultra eletrointensivos — uma vez que data centers e a enxovia de hidrogênio verdejante — e viabilizar a descarbonização de setores industriais críticos. A discussão aborda, ainda, o duelo regulatório de qualificar esses novos consumidores e a sinergia indispensável com a infraestrutura logística, uma vez que os portos estratégicos e a Ferrovia Transnordestina.  

“A Novidade Espinha Dorsal Energética e o Vetor do Powershoring - O pilar meão desta transformação é o projeto de expansão da capacidade de transmissão entre as regiões Nordeste e Sudeste, detalhado no "Estudo de Expansão das Interligações Regionais – Secção III" da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).  

“Nascente projeto, que prevê um monumental bipolo em manante contínua de subida tensão (HVDC), é o que torna a estratégia de powershoring uma veras tangível para o Brasil. Conforme detalhado pela EPE, a capacidade de exportação de virilidade do Nordeste será drasticamente ampliada, passando dos atuais 13 GW para muro de 24 GW até 2033, permitindo a integração de até 60 GW de novidade geração renovável 

“A tecnologia HVDC-VSC é crucial para integrar as fontes intermitentes (eólica e solar) que são a base da vantagem competitiva do Nordeste, oferecendo firmeza e controle preciso do fluxo de virilidade [3] [4]. Essa infraestrutura é a ponte que conecta a oferta de virilidade limpa e barata à demanda de indústrias globais que buscam descarbonizar suas operações, o cerne do powershoring. 

“Os Novos Atores: Consumidores Eletrointensivos e Ultra Eletrointensivos - A estratégia de powershoring atrai um novo perfil de consumidor de virilidade, cuja demanda massiva exige uma reavaliação do tórax regulatório. Esses novos projetos, uma vez que data centers e vegetais de hidrogênio verdejante, são classificados uma vez que "ultra eletrointensivos".  

“Até o momento, o Brasil não possui uma definição formal ou um regime consolidado para essa categoria, ao contrário de países uma vez que Portugal, que já implementou o "Regime do Cliente Eletrointensivo". Esse regime português oferece um protótipo maduro, definindo critérios claros de elegibilidade (consumo anual, intensidade de eletrointensidade, exposição ao transacção internacional) e oferecendo benefícios uma vez que reduções tarifárias e garantias para contratos de virilidade renovável, em troca de compromissos com a eficiência energética. 

“O Debate Regulatório no Brasil - A Escritório Pátrio de Força Elétrica (Aneel), por meio da Consulta Pública 23/2024, iniciou o debate para produzir regras específicas para esses novos consumidores. O objetivo é evitar uma "corrida do ouro" especulativa pela capacidade da rede, garantindo que somente projetos maduros e com real compromisso de investimento avancem. 

“As propostas em discussão incluem:  

“• Exigência de Garantias Financeiras: Para asseverar a seriedade dos pedidos de aproximação à rede.  

“• Critérios de Maturidade: Exigência de licenças ambientais e contratos firmes (de posse de terreno, chuva e virilidade) antes da solicitação de aproximação, uma vez que defendido por desenvolvedores de projetos de hidrogênio verdejante uma vez que a Fortescue.  

“• Flexibilização Proporcional: Associações uma vez que a Brasscom (data centers) e a Abeeólica defendem garantias proporcionais à capacidade contratada e ao real impacto na premência de expansão da rede.  

“A geração de um marco regulatório evidente e firme é o passo decisivo para destravar os investimentos bilionários do powershoring, oferecendo a segurança jurídica que esses projetos de longo prazo demandam. 

“Vetores da Neoindustrialização Virente - A combinação de virilidade volumoso, infraestrutura de transmissão e um horizonte marco regulatório evidente posiciona o Nordeste uma vez que o sítio ideal para a neoindustrialização de insignificante carbono do Brasil. Hubs de Data Centers Data centers são consumidores ultra eletrointensivos por natureza. 

“A sua localização no Nordeste é estratégica devido à proximidade com cabos submarinos de fibrilha óptica e, principalmente, ao aproximação à virilidade renovável para executar suas metas globais de sustentabilidade.  

“A aprovação da conexão de grandes data centers diretamente à rede básica no Ceará é um exemplo prático do powershoring já em curso.  

“A Economia do Hidrogênio Virente - O Nordeste é um dos locais mais competitivos do mundo para a produção de hidrogênio verdejante (H2V). O governo brasílico, por meio do Projecto de Transformação Ecológica, vê o H2V não uma vez que uma commodity de exportação, mas uma vez que um insumo para adensar a enxovia produtiva vernáculo. 

A visão estratégica é usar o hidrogênio barato para produzir localmente aço verdejante, fertilizantes verdes e outros produtos de maior valor confederado, internalizando a industrialização. 

“Queremos aproveitar a vantagem de ter um dos hidrogênios mais baratos do mundo para adensar a enxovia produtiva, fabricar painéis, turbinas e eletrolisadores e, em vez de exportar todo o hidrogênio, empregá-lo na produção de fertilizantes verdes, aço de insignificante carbono e outros bens, alongando essa enxovia no país.” (Rafael Dubeux, Coordenador do Projecto de Transformação Ecológica) 

“Descarbonização da Indústria de Base - Para os setores de cimento e aço, o powershoring representa uma oportunidade de sobrevivência e competitividade. A transmigração de vegetais ou a construção de novas unidades no Nordeste permitiria o aproximação direto à virilidade renovável e ao hidrogênio verdejante, viabilizando a produção de "cimento verdejante" e "aço verdejante" e atendendo às crescentes exigências de mercados internacionais por produtos de insignificante carbono.  

“Iniciativas uma vez que o fundo teutónico de R$ 150 milhões para descarbonização desses setores reforçam essa tendência.  

“Sinergia Logística: A Conexão Termo a Termo - A estratégia de powershoring só é completa com uma infraestrutura logística que conecte eficientemente os recursos, a produção e os mercados.  

“• Portos Estratégicos - Pecém (CE) e Suape (PE) estão se transformando em complexos industriais-portuários, com mais de R$ 4 bilhões em investimentos para se tornarem hubs de H2V e suportar as novas indústrias.  

“• Ferrovia Transnordestina - Com 1.753 km, a ferrovia é o eixo que conectará o interno produtivo (agrícola e industrial) aos portos, viabilizando o transporte de insumos e o escoamento da produção de forma eficiente e de insignificante carbono. 

“Estudo Conclusiva: Da Infraestrutura Física à Regulatória - A expansão da interligação elétrica Nordeste-Sudeste transcende uma obra de infraestrutura. Ela é a viabilizadora da estratégia de powershoring, que pode levar a uma profunda neoindustrialização verdejante do Brasil, com o Nordeste em seu epicentro.  

“A sinergia entre virilidade renovável volumoso, transmissão robusta, logística integrada e um mercado consumidor global ávido por produtos sustentáveis cria uma janela de oportunidade histórica. Porém, a materialização plena desse potencial depende de um passo crucial: a construção de uma infraestrutura regulatória sofisticada.  

“A definição de um regime evidente para os consumidores eletrointensivos e ultra eletrointensivos, inspirado em modelos de sucesso uma vez que o de Portugal, é fundamental para oferecer a segurança jurídica necessária para atrair os investimentos de longo prazo.  

“Ao fazer isso, o Brasil não estará somente construindo linhas de transmissão, mas pavimentando o caminho para se tornar uma potência industrial verdejante, transformando seu potencial energético em desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e justiça social.” 

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