SpaceX mira histórico IPO em 2026 e prepara oferta com valorização recorde de US$ 800 bilhões
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A SpaceX pode estar preparando o caminho para uma preâmbulo de capital histórica. Segundo fontes próximas à empresa ao The Wall Street Journal, a companhia iniciou uma oferta secundária de ações que estabeleceria sua avaliação em US$ 800 bilhões (aproximadamente R$ 4,4 trilhões na cotação atual), um marco que a tornaria uma das empresas de capital fechado mais valiosas dos Estados Unidos.
O CFO da SpaceX, Bret Johnsen, teria apresentado a proposta a grandes investidores. A operação serve uma vez que um prélúdio para o tão aguardado momento em que a empresa, que completará 25 anos em 2027, finalmente abrirá seu capital. Executivos indicaram que um IPO (Oferta Pública Inicial) está sendo planejado para 2026, aproveitando uma verosímil recuperação do mercado de aberturas de capital depois três anos de atividade moderada.

Avaliação é o duplo do que a SpaceX alcançou recentemente
A avaliação almejada impressiona pelo salto. Ela representa o duplo dos US$ 400 bilhões que a SpaceX alcançou em uma venda similar recente, refletindo a crédito agressiva do mercado em seu padrão de negócio, que transcende a fabricação de foguetes.
A empresa agredida que o valor é sustentado por três pilares principais.
- Primeiro, seu domínio no aproximação ao espaço uma vez que empresa privada. A SpaceX é hoje um fornecedor precípuo para o governo norte-americano, sendo responsável pelo transporte de astronautas da NASA e pelo lançamento de satélites críticos
- O segundo pilar é a Starlink. A constelação de satélites de internet orquestra larga já conta com mais de 8 milhões de clientes ativos e nove milénio satélites em trajectória;
- O terceiro são os projetos futuros da empresa, uma vez que a Starship, que segue em testes e planeja levar tripulações para a Lua e Marte, além do transporte de grandes quantidades de trouxa.

Existem desafios e valor não é guardado
Em vez de furar o capital unicamente da Starlink, rumo cogitado no pretérito, a estratégia atual é levar a empresa unificada ao mercado. A venda secundária em discussão, um mecanismo generalidade na SpaceX, permite que funcionários e investidores antigos realizem secção dos lucros de sua participação, enquanto a empresa atrai novo capital sem uma oferta pública formal.
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Apesar do otimismo, fontes advertem que o preço final das ações na oferta secundária ainda pode variar, e não há garantia de que a marca dos US$ 800 bilhões será atingida. O sucesso dependerá do gosto dos investidores institucionais por um negócio de capital intenso e visão de longo prazo, em um momento em que outras empresas do predomínio Musk, uma vez que a Tesla e a plataforma X, enfrentam seus próprios desafios.
Lucas Soares é jornalista formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e atualmente é editor de ciência e espaço do Olhar Do dedo.