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Pornhub e Redtube anunciam que não vão permitir novos usuários no Reino Unido; entenda

A Aylo, dona dos sites de conteúdo adulto YouPorn, Pornhub e Redtube, anunciou nesta terça-feira (27) que não vai mais aceitar novos usuários no Reino Unidos...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 10/02/2026 às 14:51 · Atualizado há 2 dias
Pornhub e Redtube anunciam que não vão permitir novos usuários no Reino Unido; entenda
Foto: Reprodução / Arquivo

A Aylo, dona dos sites de conteúdo adulto YouPorn, Pornhub e Redtube, anunciou nesta terça-feira (27) que não vai mais aceitar novos usuários no Reino Unidos a partir do dia 2 de fevereiro.

A decisão ocorre em meio a críticas da empresa ao Online Safety Act (OSA), nova lei que começou a valer há cerca de seis meses no país e endurece a obrigação de verificação de idade para acesso a conteúdos considerados impróprios para menores.

No anúncio, a Aylo critica especificamente o OSA e afirma que a lei vai fazer usuários migrarem para sites obscuros e é um risco para privacidade.

Site pornô Pornhub — Foto: Franco Alva/Unsplash

A Aylo, dona dos sites de conteúdo adulto YouPorn, Pornhub e Redtube, anunciou nesta terça-feira (27) que não vai aceitar novos usuários no Reino Unido a partir do dia 2 de fevereiro.

A decisão ocorre em meio a críticas da empresa ao Online Safety Act (OSA), nova lei que começou a valer há cerca de seis meses no país e endurece a obrigação de verificação de idade para acesso a conteúdos considerados impróprios para menores (veja mais abaixo).

Desde que ela começou a valer, os acessos aos principais sites de conteúdo pornográfico do Reino Unido caíram drasticamente. O Pornhub, por exemplo, perdeu mais de 1 milhão de visitas em apenas duas semanas, segundo a empresa de análise de dados Similarweb.

A legislação prevê multas milionárias — de até 18 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 134 milhões) ou 10% da receita global — para empresas que descumprirem suas determinações.

A companhia informou que usuários do Reino Unido que já tiverem feito a verificação de idade até 2 de fevereiro continuarão com acesso às plataformas por meio de suas contas existentes. A restrição vale apenas para novos cadastros.

A Aylo já bloqueou seus sites em outros países por motivos semelhantes.

No anúncio, a Aylo critica especificamente o OSA e afirma que a lei “não atingiu seu objetivo pretendido de proteger menores”.

Em declaração assinada por Alex Kekesi, vice-presidente de Marca e Comunidade da Aylo, a empresa diz que milhares de sites pornográficos menores e não regulamentados continuam facilmente acessíveis, o que teria levado usuários — inclusive adultos — a migrar para ambientes menos seguros.

Outro ponto central das críticas é o impacto da verificação de idade sobre a privacidade e a coleta de dados sensíveis.

A nova lei determinou que as plataformas não podem mais usar simples declarações de maioridade dos usuários.

No lugar, passaramm a ser exigidos métodos mais rigorosos de verificação, como estimativas de idade por escaneamento facial, envio de documentos de identidade, checagens por cartão de crédito e outras medidas consideradas mais seguras pelas autoridades.

A Aylo, por sua vez, defende um modelo de verificação baseada em dispositivos, em vez de sites individuais.

A empresa argumenta que celulares, tablets e computadores deveriam vir configurados por padrão como “seguros para crianças”, cabendo apenas a adultos desbloquear o acesso a conteúdos impróprios para menores.

Saiba como ativar proteção para controlar tempo e atividade de crianças no celular

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