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O que é Transtorno Afetivo Bipolar? Conheça causas e sintomas

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/12/2025 às 01:00 · Atualizado há 2 dias
O que é Transtorno Afetivo Bipolar? Conheça causas e sintomas
Foto: Reprodução / Arquivo

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Todo mundo passa por dias em que o humor não está dos melhores ou momentos de euforia repentina ao receber uma boa notícia. Essas oscilações são naturais do ser humano.

No entanto, quando essas mudanças se tornam extremas, duradouras e começam a prejudicar o sono, o trabalho e os relacionamentos, acende-se o alerta para um pouco mais multíplice. É nesse território que o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) se instala, exigindo atenção médica e compreensão livre de preconceitos.

TAB: veja o que você precisa saber sobre o Transtorno Afetivo Bipolar

O Transtorno Bipolar é uma exigência clínica crônica caracterizada por alterações intensas de humor e pujança. Dissemelhante da instabilidade geral do dia a dia, o TAB é marcado pela alternância entre polos opostos: a mania (ou hipomania), que é um estado de euforia, desordem e grandiosidade, e a depressão, caracterizada por profunda tristeza e indiferença.

Segundo as diretrizes médicas globais, esse quadro não tem trato definitiva, mas é totalmente tratável, permitindo que o paciente ligeiro uma vida funcional e produtiva.

Montagem de pessoa rodeada por sinais de interrogação (Imagem: geralt/Pixabay)

Por que acontece? Genética e química cerebral

Não existe um único culpado pelo emergência do transtorno, mas sim uma combinação de fatores. A ciência aponta fortemente para uma legado familiar e genética. De negócio com o capítulo sobre o espectro bipolar no DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), existe um risco médio dez vezes maior de desenvolver o transtorno entre parentes adultos de indivíduos com os tipos I e II da exigência.

Além do DNA, há o fator biológico: o cérebro de uma pessoa com TAB apresenta um desequilíbrio nos neurotransmissores (porquê serotonina e dopamina), que são os mensageiros químicos responsáveis por regular nosso humor e bem-estar.

Sintomas e diagnóstico: o que observar?

O diagnóstico é essencialmente médico, feito por um psiquiatra através de uma entrevista detalhada com o paciente e, muitas vezes, com a família. Não existem exames de sangue ou de imagem que detectem o bipolar, mas eles podem ser pedidos para descartar outras doenças.

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Para fechar o diagnóstico, o médico se baseia nos critérios do DSM-5, que divide os sintomas em dois polos principais:

  • Incidente Maníaco: Envolve humor anormalmente proeminente, aumento da pujança, redução da urgência de sono (a pessoa dorme 3 horas e se sente descansada), pensamento depressa e comportamentos de risco (gastos excessivos ou indiscrições sexuais).
  • Incidente Depressivo: Inclui humor deprimido na maior secção do dia, perda de interesse em atividades, fadiga, alterações de peso e dificuldade de concentração.

É importante notar que o transtorno bipolar é uma exigência para a vida toda. Os episódios podem perseverar semanas ou meses se não tratados.

Homem sentado, apoiando a mão sobre a cabeça
Varão sentado, apoiando a mão sobre a cabeça (Imagem: cottonbro studio/Pexels)

Quem é mais afetado e quando surge?

Embora possa ocorrer em qualquer pessoa, o transtorno tem uma “janela” de emergência mais geral, o DSM-5 aponta que a idade média de início do primeiro incidente é aproximadamente aos 18 anos para o Bipolar Tipo I e em meados dos 20 anos para o Tipo II.

Isso significa que o início da vida adulta, tempo de ingressão na faculdade, primeiro serviço e aumento das responsabilidades é um período crítico. O estresse dessa tempo, somado a gatilhos ambientais (porquê traumas, luto, rupturas de relacionamento ou ataque de substâncias), pode funcionar porquê a “chave” que liga o transtorno em quem já tem predisposição genética.

Tratamento para TAB, Transtorno Afetivo Bipolar

A boa notícia é que a medicina evoluiu muito. O tratamento é, na maioria das vezes, um tripé:

  1. Medicamentos: Uso de estabilizadores de humor e, em alguns casos, antipsicóticos, prescritos pelo psiquiatra.
  2. Psicoterapia: Precípuo para que o paciente aprenda a reconhecer os sinais de uma novidade crise e a mourejar com as emoções.
  3. Estilo de Vida: Rotina de sono rigorosa e exercícios físicos.

Se você ou alguém próximo apresenta essas oscilações, buscar ajuda especializada é o primeiro passo para retomar o controle.

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