A Meta enfrenta uma nova crise após processos nos Estados Unidos e Reino Unido. Os óculos inteligentes da empresa foram vendidos com a promessa de garantir a privacidade dos usuários, mas, na realidade, expõem momentos íntimos e dados pessoais.
Processo contra a Meta
O processo foi aberto após uma reportagem da imprensa sueca revelar que funcionários terceirizados da empresa tinham acesso a imagens geradas pelos óculos inteligentes, incluindo pessoas no banheiro e em relações sexuais.
Privacidade e responsabilidade da MetaA Meta admite que as imagens podem ser vistas por funcionários, mas afirma que elas são borradas antes da revisão para proteger a privacidade das pessoas. No entanto, fontes ouvidas pelos jornais suecos apontaram que o filtro nem sempre funciona, permitindo ver o rosto de quem aparece nos vídeos.
Consequências legais
O processo acusa a Meta de fazer propaganda enganosa e desrespeitar leis sobre privacidade. A empresa pode enfrentar consequências legais caso a ação seja aprovada.