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Mapa indica "corredor cósmico" onde buscar vida alienígena

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 01/12/2025 às 16:35 · Atualizado há 1 semana
Mapa indica "corredor cósmico" onde buscar vida alienígena
Foto: Reprodução / Arquivo

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Pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, em colaboração com a NASA, mapearam duas décadas de comunicações humanas com o espaço profundo e identificaram padrões que podem orientar a procura por vida estranho inteligente. Os resultados foram publicados na revista Astrophysical Journal Letters.

A teoria é que, ao observar o modo porquê nós mesmos nos comunicamos com o espaço, é verosímil descontar onde e quando possíveis civilizações extraterrestres poderiam fazer um tanto parecido.

Em resumo:

  • Foram analisados 20 anos de registros de diversas antenas da Deep Space Network (DSN), entre 2005 e 2025;
  • Somando as horas de operação de cada antena, o totalidade equivale a 92 anos de atividade contínua;
  • 79% das transmissões ocorreram dentro de cinco graus do projecto orbital da Terreno;
  • Durante alinhamentos Terreno–Marte, a atividade atinge pico de murado de 77% (aproximadamente 9 meses por ano) a dois minutos de roda do planeta;
  • Uma transmissão típica da DSN poderia ser detectada a até 23 anos-luz;
  • Há 128 sistemas estelares conhecidos dentro desse relâmpago.
Cientistas propõem focar exoplanetas em alinhamento, criando novidade estratégia para identificar possíveis civilizações no cosmos. Crédito: Lian Zhen/Xinhua

Porquê nossas transmissões podem revelar vida estranho

A procura por perceptibilidade extraterrestre tradicionalmente vasculha o firmamento por “tecnomarcadores” – porquê sinais de rádio ou pulsos de laser. O novo trabalho propõe inverter a lógica: em vez de supor porquê civilizações alienígenas se comunicariam, examinar porquê nós fazemos isso. Ao interpretar nossos próprios padrões de transmissão, os cientistas definiram um planta mais preciso de onde e quando sinais tecnológicos poderiam ser detectados no cosmos.

Liderada por Pinchen Fan, pesquisadora de doutorado no Departamento de Astronomia e Astrofísica da Penn State, a equipe analisou dados da DSN, a rede global de antenas da NASA usada para se enviar com espaçonaves que estão muito distantes da Terreno, que possui antenas nos Estados Unidos, Espanha e Austrália. Essa infraestrutura sustenta as comunicações com missões interplanetárias, de rovers em Marte a sondas nos limites do Sistema Solar. 

Os cientistas descobriram que as transmissões não se espalham ao eventualidade pelo espaço. A maioria se concentra próxima ao projecto orbital da Terreno, o mesmo onde a maior segmento dos planetas do Sistema Solar orbita o Sol. “Porquê nosso sistema solar é bastante projecto e a maioria dos planetas orbita nesse mesmo projecto, a maior segmento das transmissões da DSN ocorreu dentro de 5 graus do projecto orbital da Terreno”, explicaram em transmitido.

Cientistas analisaram o padrão das comunicações humanas no espaço para saber porquê procurar sinais de vida inteligente fora da Terreno. Crédito: NASA

Mais de 100 sistemas estelares poderiam captar atividade radioelétrica da Terreno

Entre os alvos, Marte se destaca. Nas conjunções Terreno–Marte, quando os planetas se alinham, o “ciclo de trabalho” das transmissões chega sobre 77% (um tanto porquê 9 meses por ano) a somente dois minutos de roda do planeta. Em termos práticos, uma cultura que observasse a partir desse alinhamento teria verosimilhança muito maior de interceptar nossos sinais – vantagem estimada em 400 milénio vezes sobre uma direção aleatória, segundo o site especializado StudyFinds.

Para os autores, se nossos sinais se concentram no projecto orbital, é razoável supor que outras civilizações façam o mesmo. Assim, as buscas podem priorizar exoplanetas que transitem diante de suas estrelas ou que estejam alinhados nesse projecto. O estudo também observou picos menores de atividade associados a Mercúrio, Júpiter e Saturno.

A DSN possui radiotelescópios com 70 metros de diâmetro (os maiores ainda em uso), além de antenas de 34 metros mais modernas e eficientes. Essas antenas são tão sensíveis que conseguem captar sinais mais fracos que o fulgor de um vaga-lume visto da Lua. Crédito: NASA/JPL-Caltech

Segundo os cálculos da equipe, transmissões típicas da DSN poderiam ser detectadas com a tecnologia atual a até 7 parsecs (aproximadamente 23 anos-luz). Dentro desse volume espacial, há 128 sistemas estelares conhecidos que, em tese, poderiam captar nossa atividade radioelétrica. “Se civilizações alienígenas operarem redes similares à DSN, também poderemos detectar suas transmissões desses sistemas próximos”, conclui o cláusula.

Com o lançamento do telescópio espacial Nancy Grace Roman, os pesquisadores esperam identificar murado de século milénio exoplanetas adicionais, ampliando significativamente a dimensão potencial de procura. Embora lasers possam ser usados para comunicações interplanetárias, eles são mais direcionais e, portanto, mais difíceis de detectar por eventualidade. Por enquanto, os sinais de rádio seguem porquê os marcadores mais evidentes de atividade tecnológica.

“Nós, seres humanos, estamos em uma tempo muito inicial de nossa jornada espacial. Nossas transmissões só devem aumentar”, afirma Jason Wright, professor de astronomia e astrofísica da Penn State e diretor do Meio de Lucidez Extraterrestre. A estratégia não garante encontrar outras civilizações, mas oferece um roteiro quantitativo e prático para tornar a procura mais eficiente.

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